- A Vale interrompeu as operações em duas minas em Congonhas, MG, após transbordamento de água misturada com sedimentos no fim de semana.
- O município de Congonhas suspendeu os alvarás das unidades Fábrica e Viga e determinou medidas emergenciais de controle ambiental.
- A mineradora informou que o transbordamento foi contido, as causas estão sendo investigadas e as barragens da região permanecem estáveis e sob monitoramento.
- O governo de Minas pediu medidas rigorosas à fiscalização de mineração, incluindo suspensão de operações se necessário, e identificou danos ambientais em um rio próximo, demandando limpeza e monitoramento.
- Os incidentes ocorrem sete anos após Brumadinho; a Vale mantém a previsão de produção para 2026 entre 335 milhões e 345 milhões de toneladas de minério de ferro.
A Vale suspendeu as atividades em duas minas em Congonhas, no sudeste de Minas Gerais, após o transbordamento de água misturada com sedimentos ocorrido no fim de semana. As unidades Fábrica e Viga tiveram alvarás de funcionamento suspensos pelo município, que exigiu medidas emergenciais de controle ambiental.
A empresa informou que a estimativa de produção para 2026 continua inalterada, mantendo a meta anual de 335 milhões a 345 milhões de toneladas de minério de ferro. Os transbordamentos foram contidos e as causas estão sob investigação, segundo comunicado da Vale.
Barragens na região permanecem estáveis e sob monitoramento constante, disse a mineradora. O Ministério de Minas e Energia solicitou medidas rigorosas ao órgão regulador, incluindo possível suspensão de operações se necessário. O governo de Minas identificou danos ambientais em um rio próximo e determinou ações de limpeza e monitoramento do curso d’água atingido.
Medidas e desdobramentos
A Vale anunciou que tomará as providências emergenciais indicadas pelo município, com foco na recuperação ambiental local. As consequências para a cadeia de produção ainda dependem da continuidade das apurações técnicas e do monitoramento das condições das áreas afetadas.
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