- Amazon anunciou a demissão de cerca de 16 mil funcionários, como parte de uma reorganização para reduzir camadas, aumentar a responsabilidade interna e eliminar burocracia.
- Com isso, a empresa soma 30 mil desligamentos em três meses, seguindo a estratégia do CEO Andy Jassy para conter excessos de contratações após a pandemia.
- Em outubro do ano passado, a Amazon já havia informado 14 mil demissões, com um custo de rescisão reconhecido de US$ 1,8 bilhão.
- Além dos cortes, a companhia tem ampliado investimentos em inteligência artificial, automação e robótica, revisando funções administrativas e operacionais.
- Funcionários dos Estados Unidos terão até 90 dias para buscar recolocação interna; a empresa não informou quais regiões foram atingidas.
A Amazon informou nesta quarta-feira 28 a demissão de cerca de 16 mil funcionários. A nota, assinada por Beth Galetti, vice-presidente de experiência de pessoas e tecnologia, aponta que o movimento faz parte de uma reestruturação para reduzir camadas, aumentar a responsabilidade interna e cortar burocracia. A empresa já havia anunciado cortes em outubro do ano passado, totalizando 30 mil demissões em três meses.
Segundo Galetti, as reduções mantêm o foco na reorganização da empresa. Ela destacou que, apesar dos cortes, a Amazon continua investindo em áreas estratégicas, como inteligência artificial, automação e robótica, para alinhar a companhia às mudanças do setor. Não foram divulgadas regiões específicas atingidas.
A companhia afirma que funcionários dos Estados Unidos terão até 90 dias para buscar uma recolocação interna antes de receber indenização e apoio adicional. A medida ocorre pouco antes da divulgação dos resultados do quarto trimestre, repetindo a prática adotada em outubro.
Contexto e próximos passos
O movimento é descrito pela Amazon como parte de uma estratégia para reduzir excessos de contratações durante a expansão acelerada da pandemia. A empresa já comunicou, em outubro, custos de rescisão estimados em US$ 1,8 bilhão. Não há informações adicionais disponíveis sobre áreas afetadas além do divulgado oficialmente.
A liderança da Amazon, incluindo o CEO Andy Jassy, reforça que mudanças são avaliadas continuamente. A meta é manter a eficiência operacional sem interromper investimentos em inovações estratégicas para o futuro da companhia.
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