- Jeff Bezos voltou a ser a terceira pessoa mais rica do mundo, com patrimônio estimado em US$ 254 bilhões, após Sergey Brin cair à quarta posição.
- A mudança ocorreu porque a Amazon fechará todas as lojas físicas Amazon Go e Amazon Fresh e redirecionará o foco para entregas online no mesmo dia.
- Algumas unidades que fecharem vão se transformar em lojas da Whole Foods, enquanto a empresa planeja abrir mais de 100 unidades da rede nos próximos anos.
- Analista da Wedbush Securities classificou a decisão como um passo importante para a estratégia da Amazon no setor de alimentos, acelerando expansão de lojas físicas e de logística.
- No ranking de fortunas, Page fica em segundo, Musk lidera; Zuckerberg tornou-se quinto, enquanto Brin deixa a terceira posição.
Jeff Bezos voltou a ocupar a 3ª posição entre as pessoas mais ricas do mundo, após a Amazon anunciar o fechamento de lojas físicas e o redirecionamento de foco para entregas no mesmo dia. A mudança ocorreu na sequência de ações da empresa subirem com o anúncio.
A companhia planeja fechar as lojas Amazon Go e Amazon Fresh, convertendo parte delas em unidades da Whole Foods. Além disso, a Amazon projeta abrir mais de 100 novas unidades da rede de supermercados nos próximos anos.
Ontem, o patrimônio líquido de Bezos subiu em US$ 4,8 bilhões, para US$ 254 bilhões, registrando alta de 1,9%. Brin, ex-co-fundador do Google, ficou em US$ 253,1 bilhões, ficando logo atrás.
Contexto
A ascensão de Bezos ao 3º lugar ocorreu à medida que Alphabet fortalece sua posição em IA, com Gemini 3 e chips dedicados à tecnologia, ajudando os cofundadores Page e Brin a avançarem no ranking. A Amazon, por sua vez, teve desempenho abaixo do S&P 500 no último ano, com ganhos mais modestos.
O desempenho de Bezos está ligado à valorização das ações da Amazon após o anúncio estratégico. Analistas veem a mudança como um passo para ampliar a logística e a presença física de lojas, competindo com varejistas como Walmart, Target e Costco.
A empresa espera continuar crescendo no segmento de computação em nuvem e publicidade, com projeção de receita do quarto trimestre de aproximadamente US$ 211 bilhões, segundo dados da FactSet. As informações são baseadas no histórico recente de mercado e nos comunicados oficiais.
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