- Nesta quarta-feira, 28, o Brasil encerra o dia com a segunda maior taxa real de juros do mundo, segundo monitoramento de consultorias.
- A Selic está em 15% ao ano, mantendo o nível mais alto desde julho de 2006, no primeiro mandato de Lula.
- O índice real chega a 9,23%, ficando atrás apenas da Rússia, em 9,88%.
- Completam o top cinco Argentina (7,63%), Turquia (6,45%) e México (5,39%).
- Este é o quinto encontro seguido do Copom mantendo a Selic em 15% ao ano.
Com a possibilidade de manutenção da Selic em 15% ao ano na próxima reunião do Copom, o Brasil tende a encerrar a quarta-feira com a segunda maior taxa real de juros do mundo. A leitura leva em conta juros de mercado e inflação projetada para 12 meses.
Caso haja corte de 0,5 ponto percentual, a posição do Brasil não seria alterada no ranking, permanecendo entre os maiores patamares globais. A decisão é anunciada em meio ao cenário econômico doméstico.
Contexto internacional
A Selic de 15% resulta em uma taxa real de 9,23%, média de análise de consultorias. A única posição superior é a Rússia, com 9,88%. Completam o top five Argentina (7,63%), Turquia (6,45%) e México (5,39%). O Japão fica em -1,18%.
A leitura considera a taxa de juros praticada e a inflação prevista para os próximos 12 meses. O Copom realiza o sexto encontro sob o governo Lula, mantendo a taxa estável pela quinta vez consecutiva.
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