- O mexicano Carlos Slim, proprietário da América Móvil, continua como a pessoa mais rica da América Latina e do Caribe, com patrimônio de US$ 116 bilhões e lucro anual de US$ 5,28 bilhões até 26 de janeiro; seu ativo mais valioso é a participação majoritária na América Móvil.
- Germán Larrea, também do México, ocupa a segunda posição regional, com fortura de US$ 70,2 bilhões, resultado de participação de 60% no Grupo México; controla ainda o Grupo Cinemex.
- Iris Fontbona e a família, do Chile, aparecem em terceiro, com US$ 55,8 bilhões, via Grupo Luksic que atua em setores como financeiro, bebidas, energia e portos.
- Eduardo Saverin, brasileiro e cofundador do Facebook (Meta), tem US$ 36,5 bilhões, tendo acrescentado cerca de US$ 656 milhões neste ano; participou da B Capital Group.
- Jorge Paulo Lemann, brasileiro, cofundador da 3G Capital e da AB InBev, soma US$ 28,5 bilhões, com a maior parte da fortuna proveniente de uma participação de 9% na AB InBev.
Ao longo de 2025, as fortunas dos 10 mais ricos da América Latina e do Caribe cresceram. O aumento decorreu de fatores estruturais e ciclos que favoreceram grandes grupos da região.
Carlos Slim, México, continua no topo. Dono da América Móvil, tem patrimônio estimado em US$ 116 bilhões e lucro anual de US$ 5,28 bilhões até 26 de janeiro, segundo a Bloomberg. Sua base vem da Teléfonos de México (Telmex).
A segunda posição é Germán Larrea, do México, com US$ 70,2 bilhões. A família detém 60% do Grupo México, que controla a LatAm mineradora, e o empresário lidera o grupo como CEO. Possui ainda participação em Southern Copper e no Grupo Cinemex.
Iris Fontbona, do Chile, aparece em terceiro, com US$ 55,8 bilhões. O Grupo Luksic, que comanda, atua nos setores financeiro, bebidas, energia, manufatura e portos. A fortura foi fortalecida neste ano pela valorização de ativos do conglomerado.
Eduardo Saverin, Brasil, está entre os top 5, com US$ 36,5 bilhões. Cofundador do Facebook, detinha cerca de 2% da Meta em 2022 e somou US$ 656 milhões neste ano. Em 2015, lançou a B Capital Group.
Jorge Paulo Lemann, Brasil, ocupa a quinta posição, com US$ 28,5 bilhões. Sócio da 3G Capital e controlador de ações da AB InBev, grande parte do patrimônio vem de uma participação de 9% na gigante de bebidas.
O colombiano Jaime Gilinski fecha o grupo de destaque. Com US$ 27,7 bilhões, ampliou sua fortuna em US$ 2,17 bilhões no ano e consolidou controle sobre ativos após forte atuação contra o Grupo Antioqueño.
Alejandro Santo Domingo, Colômbia, aparece em sétima posição com US$ 18,1 bilhões. Presidente do conselho do Grupo Valorem, ele comanda lojas D1 e investe em transportes, imóveis e mídia.
David Vélez, Colômbia, figura em nono, com US$ 17,7 bilhões. Cofundador da Nubank, a fintech projeta licença bancária nos EUA e no Brasil, para ampliar serviços financeiros.
Alejandro Baillères, México, fecha o top 10 com US$ 16,5 bilhões. À frente do Grupo BAL, atua nos setores de mineração, metais, varejo e serviços financeiros; destacam-se 44% em Industrias Peñoles, maior produtora de prata refinada.
André Esteves, Brasil, fecha a lista com US$ 14,2 bilhões. Presidente e acionista majoritário do BTG Pactual, concentra parcela relevante da fortuna no banco, que detém cerca de 25% das ações.
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