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Haddad afirma que não houve diálogo entre Fazenda e BC na gestão de Campos Neto

BC abre auditoria sobre falhas na fiscalização do Master na gestão Campos Neto; Haddad afirma que não houve diálogo com a Fazenda até a posse de Galipolo

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  • O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que não houve diálogo entre o Banco Central e a Fazenda na gestão do ex-presidente Roberto Campos Neto.
  • O Banco Central abriu, em novembro do ano passado, um procedimento interno para investigar falhas no processo de fiscalização e na liquidação extrajudicial do Banco Master.
  • Segundo o blog da Ana Flor, a auditoria do BC estaria voltada às medidas tomadas durante a gestão de Campos Neto à frente da autoridade monetária, com foco em ações desde 2019.
  • Haddad ressaltou que não houve conversa entre BC e Fazenda até a posse de Galipolo, e que, após assumir, Gabriel teria reconhecido a gravidade da situação, envolvendo Ministério Público e Polícia Federal por suspeitas de fraude.
  • A reportagem está em atualização.

O Banco Central instaurou uma auditoria interna para apurar falhas no processo de fiscalização do Caso Master. A medida foi anunciada após investigações sobre a liquidação extrajudicial do banco de Daniel Vorcaro, com foco em possíveis desvios ocorridos durante a gestão de Roberto Campos Neto. A auditoria foi aberta em novembro do ano passado.

Segundo o Ministério da Fazenda, não houve diálogo entre o BC e o governo federal na gestão de Campos Neto. O objetivo da apuração, conforme informações veiculadas, é esclarecer as medidas adotadas pelo BC desde 2019 sob a liderança de Campos Neto, especialmente no contexto do caso do Master.

O ministro Fernando Haddad afirmou que a comunicação entre as duas esferas só ocorreu a partir da posse de Galipolo, novo chefe do BC, que teria identificado a gravidade da situação e acionado órgãos como a Polícia Federal e o Ministério Público. A apuração busca entender se houve falhas de fiscalização que contribuíram para a situação do banco.

A apuração interna do BC investiga, entre outros pontos, o papel da supervisão e as decisões tomadas ao longo da gestão do ex-presidente Campos Neto, com desdobramentos ligados à liquidação de ativos e à eventual fraude em carteiras. A reportagem está em atualização conforme novas informações são reunidas.

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