- Influenciadores mostraram e-mails que convidavam para um almoço com o presidente do BRB, Nelson Antonio de Souza, para falar do caso Master, com solicitação de orçamento.
- A mensagem dizia que o Banco BRB buscava explicar medidas de contenção de danos e ações de recuperação, em São Paulo, com outros influenciadores presentes.
- O BRB afirmou que não autorizou a iniciativa; a agência Flap, que trabalha para o BRB, informou que não submeteu o pedido ao banco.
- A Flap divulgou nota dizendo que a cotação partiu de uma iniciativa interna, sem aprovação prévia, com objetivo de promover transparência e acesso à informação.
- Influenciadores reagiram duplamente, questionando a necessidade de almoço com o presidente para tratar do caso Master.
Influenciadores publicaram e-mails que circulavam em nome do BRB, propondo que falassem sobre o caso Master nas redes e apresentassem um orçamento para a ação. O material também sugeria um almoço com o presidente Nelson Antônio de Souza em São Paulo.
Os e-mails indicavam a participação de influenciadores e citavam também a intenção de que o banco explicasse medidas de contenção de danos e ações de recuperação. A origem da proposta seria uma agência contratada pelo BRB.
O BRB afirmou não ter autorizado o pedido. A agência Flap, responsável pela comunicação, disse ter atuado sem submeter a ideia ao banco.
Esclarecimentos do BRB e da agência
A Flap informou que o contato partiu de uma iniciativa interna de cotação para um evento ainda em planejamento, sem aprovação do BRB. A proposta previa uma apresentação institucional pela nova direção do banco.
Segundo a agência, não houve compra de opinião nem interferência editorial. A abordagem foi conduzida pela própria equipe da agência e seus fornecedores, sem participação de funcionários do BRB.
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