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Relatório revela novas tendências na posse de criptomoedas no Reino Unido

FCA aponta recuo de 12% para 8% no percentual de britânicos que investem em criptomoedas, enquanto Bitcoin sustenta domínio e investidores permanecem mais experientes

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  • A FCA divulgou pesquisa sobre posse de criptomoedas no Reino Unido: em 2024, 12% da população adulta investia, equivalente a cerca de sete milhões de pessoas; agora caiu para 8% (aproximadamente 4,6 milhões).
  • Apesar da queda, a participação dobrou desde 2021, e entre quem continua investindo há sinais de acréscimo de posição: entre britões com entre £1.001 e £5.000, subiu de 17% para 21%; entre £5.001 e £10.000, subiu para 11%.
  • A adoção desacelerou, com altas recentes impulsionadas por interesse institucional e ETFs de Bitcoin, e não pelo varejo abrindo contas em exchanges.
  • Os que investem tendem a ser mais informados sobre riscos; o Bitcoin continua a ter forte reconhecimento (79%), e 57% dos investidores atuais possuem BTC em 2025 (alta de 5 pontos percentuais desde 2024); Ether permanece estável em 43%.
  • Conhecimento de altcoins é baixo entre o público: Solana e XRP aparecem em cerca de 8%, Chainlink e TRON em 7%, e Cardano e BNB em 5%; moedas estáveis ganham mais notoriedade, com 53% conhecerem as stablecoins.

A FCA revelou dados sobre a posse de criptomoedas no Reino Unido, destacando mudanças recentes no cenário. A pesquisa mostra que o interesse geral caiu, mesmo com o Bitcoin mantendo relevância no mercado. O estudo analisa quem investe, quando, onde e por que.

Segundo o levantamento, a participação adulta que possui ativos digitais caiu de 12% em 2024 para 8% atualmente, equivalente a 4,6 milhões de britânicos. A queda ocorreu apesar do preço do Bitcoin ter atingido patamar elevado em meses anteriores.

Apesar da redução no número de investidores, a FCA aponta que a posse de ativos digitais quase dobrou desde 2021. Entre os que mantêm investimentos, muitos aumentaram seus montantes, com mais indivíduos possuindo entre £1.001 e £5.000 e entre £5.001 e £10.000.

Registros e Contexto

A adoção mais lenta por varejo é vista como tema recorrente do ciclo atual. Subidas de preço foram impulsionadas por interesse institucional e ETFs de Bitcoin, em vez de abertura de contas por consumidores comuns. A agência ressalta um perfil mais informado entre os participantes.

A pesquisa indica que quem investe tende a ser mais conhecedor dos riscos e mais atento aos avisos regulatórios da FCA. Em termos demográficos, investidores costumam ser homens, entre 18 e 34 anos, de minority, com renda disponível mais alta.

Bitcoin’s Dominance Grows

Como principal criptomoeda, o Bitcoin é reconhecido por 79% dos britânicos pesquisados. Contudo, apenas 57% dos atuais investidores possuem BTC em 2025, cifra que subiu frente a 2024, mas está aquém de 2021, quando chegou a 64%.

A participação do Bitcoin no mercado total também tem mostrado crescimento ao longo de quatro anos, conforme o estudo. A posse de Ether permanece estável, perto de 43%, influenciada por seu desempenho recente.

Outras Criptomoedas e Reconhecimento

Dogecoin aparece em 20% das carteiras de investidores britânicos, mesmo com sua posição de mercado variable. Entre altcoins, o conhecimento público é baixo: Solana, XRP, Chainlink, TRON, BNB e Cardano ficam entre 5% e 8% de lembrança entre os entrevistados.

A popularidade de stablecoins cresce, especialmente entre reguladores e empresas que promovem pagamentos lastreados em moeda fiat, atingindo 53% de reconhecimento entre os pesquisados.

Motivações de Compra

Entre quem ganha mais de £50 mil anuais, o objetivo principal é diversificar o portfólio. Espelhando esse grupo, os que recebem acima de £100 mil citam a aposentadoria como motivo para investir, apesar da volatilidade.

Quem não pretende comprar aponta falta de conhecimento sobre o funcionamento, percepção de alto risco pela variação de preço, e preocupações com pouca proteção. Outros citam que o montante disponível potrebbe não justificar o investimento.

Considerações Finais

A FCA apresenta um retrato detalhado da saúde do setor de criptomoedas no país. A pesquisa ressalta avanços entre investidores informados e mudanças de comportamento diante de cenários regulatórios. Dados ajudam a entender fluxos de demanda e risco.

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