Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

ANP 2026 prioriza combate a ilegais e gestão de gás, diz Pietro Mendes

ANP define gas release para ampliar gás natural e reduzir assimetria de informação, enfrentando judicialização e avanços em leilões e corredores

ANP
0:00
Carregando...
0:00
  • A ANP prioriza ampliar a oferta de gás natural e estimular a concorrência, com a regulamentação do gas release como principal instrumento para desconcentrar o mercado.
  • Segundo o ex-chairman da Petrobras e diretor da ANP desde agosto, há projetos de lei em tramitação no Congresso que permitem à ANP avançar de forma rápida na regulação.
  • A alta judicialização no setor de energia é apontada como obstáculo ao funcionamento da agência, com cerca de 1.500 ações contestando decisões.
  • Entre medidas já em estudo, estão o avanço do Sergipe Águas Profundas (aprovado parcialmente) e a criação de corredores de GNL para longas distâncias, além de tratar da tarifa de transporte de gás e leilão de capacidade para usinas térmicas.
  • No upstream, a aposta é acelerar leilões e abrir novas fronteiras; no downstream, há preocupações com sonegação e adulteração, enquanto a lei do devedor contumaz pode levar a decretos para restringir agentes inadimplentes.

O Gas release, combate aos ilegais: o 2026 da ANP aborda a agenda da agência para este ano. O ex-chairman da Petrobras e atual diretor da ANP destaca atuação técnica como prioridade para ampliar oferta de gás natural e estimular competição. A agência vê potencial para regulamentar o gas release em curto prazo.

Segundo o diretor, há projetos de lei em tramitação no Congresso que poderiam regular o tema, mas a ANP tem condições de agir rapidamente sem depender de mudanças legislativas. A ideia é reduzir a concentração de mercado e reduzir custos para consumidores.

A alta judicialização no setor de energia é tema recorrente. A ANP registra cerca de 1.500 ações contestatórias que dificultam o avanço de pautas técnicas. O diretor afirma que o Judiciário não deve entrar na competência técnica da agência.

Avanços e desafios no setor de gás

No gás, a ANP aponta medidas para destravar projetos, como o Sergipe Águas Profundas, aprovado parcialmente recentemente, e a viabilização de corredores de GNL para longas distâncias. Também há vigilância sobre a reforma da tarifa de transporte de gás e o leilão de capacidade para usinas térmicas.

No upstream, há defesa de acelerar leilões e abrir novas fronteiras, incluindo a margem equatorial e a bacia de Pelotas. No downstream, a agência aponta problemas como sonegação e adulteração de cargas, com a lei do devedor contumaz oferecendo saídas por meio de decreto.

A ANP ressalta que reduzir a assimetria de informação continua sendo a função central da agência. A conversa ocorreu no podcast POWER, produzido pelo Brazil Journal, com a participação de Pietro Mendes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais