- Protestos bloquearam o tráfego de caminhões no terminal de Santarém, da Cargill, no norte do Brasil.
- A empresa afirmou que não houve ocupação das instalações pelos manifestantes, que a imprensa local associou a povos indígenas.
- O terminal de Santarém trabalha com soja e milho.
- Calcula-se que a maior parte do grão chega ao terminal por barcaça, para depois ser exportado em navios; uma parcela menor chega por caminhões.
- O grão que chega por caminhão vem de Mato Grosso pela BR-163 ou de fazendas locais.
Tráfego de caminhões foi bloqueado no terminal de grãos Santarém, da Cargill, no norte do Brasil, segundo nota da empresa em resposta à Reuters. Manifestantes teriam interrompido a passagem para caminhões na segunda-feira, 2 de fevereiro, na região de Santarém, no Pará. Não houve confirmação de ocupação das instalações pela empresa.
A Cargill pediu esclarecimentos à Reuters e afirmou que não houve ocupação. Localmente, a imprensa identificou os manifestantes como povos indígenas, sem detalhar demandas específicas. A empresa informou apenas o bloqueio aos acessos.
Conforme a operação do terminal, a unidade trabalha com soja e milho. A maior parte do grão chega por barca e é transferida para navios. Parte menor segue por caminhões, oriundos principalmente de Mato Grosso pela BR-163 ou de fazendas da região.
Contexto
O bloqueio afeta o fluxo de cargas na região e pode impactar saídas para exportação. Não foram divulgadas estimativas de tempo de desocupação nem de prejuízos operacionais.
Sobre o terminal
O Santarém recebe grãos e os direciona para exportação, conforme rotas logísticas da região amazônica. A atuação de grupos indígenas em protestos tem sido observada em outras áreas do estado e do país.
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