- A Shell venderá 20% do Projeto Orca para a Kuwait Foreign Petroleum Exploration Company (KUFPEC; Kuwait Foreign Petroleum Exploration Company); após a operação, a Shell ficará com 50% de participação, e a Ecopetrol terá 30%.
- O Orca fica no pré-sal da Bacia de Santos; o projeto antes era conhecido como Gato do Mato; o Fato de Investimento foi confirmado em março de 2025, com previsão de instalar uma navio-plataforma capaz de produzir até 120 mil barris por dia, começando as operações em 2029.
- A conclusão da venda depende de aprovações regulatórias, exercício de direitos preferenciais e condições de fechamento, com expectativa de fechamento até o fim de 2026.
- O valor da negociação não foi divulgado.
- O ambiente de mercado envolve tensões geopolíticas e decisões da Opep+, com o preço do petróleo próximo de US$ 70 por barril em meio a incertezas sobre oferta e demanda.
A Shell assinou acordo para vender 20% da participação no Projeto Orca, no pré-sal da Bacia de Santos, para a Kuwait Foreign Petroleum Exploration Company (KUFPEC). A operação, anunciada nesta terça, mantém a Shell como operadora do ativo com 50% de participação. Ecopetrol continua com 30%.
Após a conclusão, o valor da transação não foi informado. A KUFPEC passa a deter 20% do Orca, enquanto a Shell mantém 50% e a Ecopetrol fica com 30%. O acordo depende de aprovações regulatórias e de direitos preferenciais, além de condições de fechamento.
Detalhes operacionais e prazos
O Orca, anteriormente conhecido como Gato do Mato, teve decisão final de investimento em março de 2025. Em aquele momento, a Shell sinalizou um navio-plataforma capaz de produzir até 120 mil barris por dia, com início de operações previsto para 2029. A conclusão da venda está prevista para o fim de 2026.
Contexto de mercado
O acordo ocorre em um cenário de tensões geopolíticas que influenciam o petróleo e as decisões da Opep+. Experts destacam volatilidade de preços e preocupações com oferta devido a possíveis interrupções internacionais. A Opep+ manteve estáveis as cotas de produção para março, diante de incertezas macroeconômicas.
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