- A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional fechou acordos com Itaú, Santander e Citi, resultando em cerca de R$ 2,4 bilhões em tributos pagos nas últimas semanas; ainda há aproximadamente 70 pedidos de transação em análise.
- Os acordos integram o Programa de Transação Integral (PTI), com descontos médios de 21% sobre multas, juros e encargos para incentivar a solução de disputas.
- Santander: cerca de R$ 1 bilhão pagos; Citi: aproximadamente R$ 400 milhões; Itaú: cerca de R$ 1 bilhão, envolvendo PIS, Cofins, IR e CSLL.
- Houve também acordo com o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) envolvendo PIS e Cofins, com pagamento de R$ 140 milhões.
- Os pagamentos foram feitos à vista entre o fim de dezembro e o início deste ano; os casos permanecem sob sigilo e não houve comentários das instituições.
A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) fechou acordos com Itaú, Santander e Citi que resultaram no pagamento de cerca de R$ 2,4 bilhões em tributos. Os entendimentos encerram disputas judiciais envolvendo a União, em um programa voltado à solução de litígios fiscais. Os pagamentos ocorreram entre o fim de dezembro e o início deste ano.
Os acordos fazem parte do Programa de Transação Integral (PTI) e incluem descontos que variaram de 10% a 30% sobre multas, juros e encargos. O valor líquido recolhido, já com os descontos, depende de cada caso, e a PGFN aponta que cerca de 70 pedidos ainda estão em análise.
Subtítulo: Montantes individuais e contextos
O Santander desembolsou aproximadamente R$ 1 bilhão, com foco em disputas sobre a incidência da CPMF em determinadas operações. O Citi pagou cerca de R$ 400 milhões. O Itaú teve negociações envolvendo PIS, Cofins sobre receitas financeiras, além de débitos de Imposto de Renda e CSLL, somando perto de R$ 1 bilhão.
Subtítulo: Outros acordos e perspectivas
Também houve acordo com o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) relacionado a PIS e Cofins, no valor de R$ 140 milhões. Segundo a coordenadora-geral de negociação da PGFN, Mariana Lellis, os acordos são individuais e o montante recolhido representa o valor efetivamente pago aos cofres públicos. O programa ainda aguarda novos casos em análise pela PGFN.
Entre na conversa da comunidade