- O novo CEO da Nestlé, Philipp Navratil, planeja reorganizar a empresa em torno de quatro pilares: café, cuidados com animais de estimação, nutrição e saúde, além de alimentos e lanches.
- A informação foi publicada pelo Financial Times, citando fontes familiarizadas com o assunto.
- Navratil assumiu o cargo no ano passado, após a demissão do antecessor, e busca reforçar o foco em novas categorias.
- Em outubro, a Nestlé anunciou corte de 16 mil empregos até 2025, o que representa cerca de 5,8% da força de trabalho.
- A Nestlé está organizada por região e por seis unidades de negócio estratégicas, e os novos grupos podem embasar uma reorganização formal do grupo.
O novo presidente-executivo da Nestlé está promovendo uma reformulação estratégica para orientar a multinacional rumo a quatro pilares de crescimento. A mudança visa estruturar a empresa ao redor de categorias-chave, como café, cuidados com animais de estimação, nutrição e alimentos e lanches, conforme apurado pelo Financial Times com fontes próximas ao assunto.
Navratil, nomeado no ano passado após a demissão do antecessor, planeja organizar a Nestlé em torno dessas novas áreas prioritárias, segundo a reportagem. A medida ocorre em meio à busca por manter o ritmo de vendas diante da desaceleração econômica global.
A Nestlé informou que não comentou o tema. A Reuters ainda não confirmou oficialmente as informações apresentadas pelo FT. A empresa confirmou apenas que mantém revisões estratégicas em andamento.
A fabricante, famosa por KitKat e Nespresso, anunciou em outubro a intenção de cortar 16 mil empregos até 2025, o que representa cerca de 5,8% de seu quadro de 277 mil funcionários. A decisão buscaria ajustar custos e operações.
Navratil assume o topo da Nestlé em um contexto de pressão por eficiência e maior foco em áreas com potencial de crescimento. A reorganização pode envolver a criação de quatro grandes grupos de produtos, fortalecendo a atuação global da empresa.
Atualmente, a Nestlé está organizada por região — Américas, Europa, Ásia, Oceania e África — e por seis unidades de negócios estratégicas, conforme o FT. A aposta em pilares pode fundamentar uma reorganização formal no grupo, segundo a reportagem.
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