- A PF de São Paulo investiga o Grupo Fictor e apura possível conexão com a Operação Compliance Zero, relacionada ao caso Master.
- A investigação visa entender se há relação entre atuação de administradores do Fictor e indícios já apurados na primeira fase da Compliance Zero.
- A primeira fase da Compliance Zero investiga delitos financeiros, incluindo gestão fraudulenta de instituição financeira, na tentativa de compra do Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB).
- Investigadores buscam conectar fatos documentados para entender por que o conglomerado pediu recuperação judicial menos de três meses após a tentativa de compra do Master, em novembro de 2025.
- O Grupo Fictor afirmou que, com a liquidação da instituição pelo Banco Central um dia após o anúncio da aquisição, a reputação do grupo foi atingida por especulações que prejudicaram a liquidez da Fictor Invest e da Fictor Holding.
A Polícia Federal de São Paulo comanda uma nova investigação contra o Grupo Fictor, ligada ao chamado caso Master. A apuração mira a relação entre a atuação de administradores do Fictor e indícios já investigados na primeira fase da operação Compliance Zero.
A linha de trabalho busca esclarecer se há conexão entre as ações do conglomerado e crimes apontados no processo em curso. A investigação parte de informações já documentadas por investigadores.
Na primeira fase da Compliance Zero, o foco é apurar indícios de delitos financeiros, em especial gestão fraudulenta de instituição financeira, envolvendo a tentativa de compra do Master pelo BRB, banco público controlado pelo Governo do Distrito Federal.
A ideia é cruzar fatos já documentados para entender a possível relação entre a tentativa de aquisição do Master, em novembro de 2025, e o pedido de recuperação judicial do grupo pouco tempo depois.
Questionado sobre o pedido de recuperação, o Grupo Fictor informou que a liquidação da instituição pelo Banco Central, anunciada pouco após a operação de compra, atingiu a reputação do grupo, gerando especulações e impactos na liquidez da Fictor Invest e da Fictor Holding.
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