- O chairman da Suzano, David Feffer, está buscando US$ 15 milhões para criar um fundo patrimonial que torne permanente a ViaFoto, instituto de fotografia em São Paulo.
- A ViaFoto pretende seguir o modelo de endowment, com uma base de apoiadores ampla, para manter o espaço cultural autossustentável a longo prazo.
- O conselho da ViaFoto já conta com nomes como José Olympio Pereira, José Roberto Marinho e Ricardo Steinbruch, fortalecendo o alcance cultural e filantrópico do projeto.
- A instituição inaugurou uma exposição com 35 artistas, curadoria de Marcello Dantas e Luciana Brafman, em que celulares são guardados na entrada para uma experiência offline.
- Feffer já compara o objetivo ao Instituto Moreira Salles e explica que a ideia é garantir que o instituto sobreviva por meio de recursos permanentes, indo além de patrocínios pontuais.
David Feffer, presidente da Suzano, está buscando US$ 15 milhões para transformar o instituto ViaFoto, em São Paulo, em um fundo patrimonial autossustentável. O objetivo é tornar a instituição permanente, inspirada em modelos de endowment globais.
O projeto fica no Baixo Pinheiros e já conta com apoio de nomes da elite empresarial e cultural do Brasil. Entre os integrantes do conselho estão José Olympio Pereira, José Roberto Marinho e Ricardo Steinbruch.
A ViaFoto surge como uma mudança na filantropia brasileira, privilegiando um modelo de fundo patrimonial privado em vez de patrocínios pontuais. Modelos como Fundação Novo Nordisk e universidades de elite norte-americanas são referência.
Feffer descreve a iniciativa como uma “startup” que exige novas formas de atuação. Ele quer garantir a sobrevivência da instituição por meio de recursos permanentes, mantendo a programação de arte fotográfica.
O conselho do instituto reflete a força do networking de Feffer, incluindo lideranças como Olympio, Marinho e Steinbruch, fortalecendo a captação de recursos e parcerias.
A ViaFoto inaugurou uma exposição com 35 artistas, curada por Marcello Dantas e Luciana Brafman. A mostra, intitulada Fotos que Nunca Serão Postadas, incentiva uma experiência offline com as imagens.
Marcello Dantas comenta que a exposição busca liberdade para os artistas expressarem-se sem censura e oferece ao público a escolha sobre o que ver. A iniciativa reforça a missão do instituto de promover reflexão sobre imagem e memória.
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