- Três ações judiciais, movidas pelo MPF e pelo MPMG, pedem bloqueio de ativos da Vale totalizando R$ 2 bilhões, após extravasamentos em unidades de Minas Gerais.
- Os Ministério Público buscam garantir a recuperação ambiental e a segurança das comunidades atingidas.
- A Vale estima uma provisão adicional de US$ 500 milhões no balanço do quarto trimestre de 2025, relacionada à barragem de Fundão.
- A barragem de Fundão sofreu um extravasamento em 2015, segundo a empresa.
- A Vale afirma adotar medidas para evitar novos incidentes e proteger as comunidades próximas às suas unidades.
Três ações judiciais pedem bloqueios patrimoniais contra a Vale, totalizando R$ 2 bilhões, após extravasamentos em unidades de Minas Gerais. O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) atuam para assegurar a recuperação ambiental e a proteção das comunidades atingidas.
As peças legais destacam danos potenciais aos recursos naturais da região e à saúde pública. Os MPs buscam garantir ressarcimento e medidas de responsabilização para evitar novos incidentes.
A Vale informou que estima uma provisão adicional de US$ 500 milhões no balanço do quarto trimestre de 2025, relacionada à barragem de Fundão, alvo de extravasamento em 2015. A empresa afirma manter ações para reforçar a segurança e a recuperação ambiental.
Provisão e medidas de segurança
As ações destacam que a empresa deve adotar planos de mitigação e monitoramento contínuo. As informações oficiais mencionam diligências para evitar repetição de incidentes nas operações mineiras.
A iniciativa dos MPs segue em tramitação judicial, com pedidos de bloqueio de ativos e eventual reparação de danos. Não houve confirmação de acordos ou decisões finais até o momento.
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