- O BTG Pactual teve lucro líquido ajustado de cerca de R$ 4,6 bilhões no quarto trimestre, impulsionado por crescimento de 40,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.
- Receitas totais ficaram em aproximadamente R$ 9,1 bilhões, alta de 35,1% na comparação anual.
- O retorno sobre o patrimônio (ROAE) foi de 27,6% no trimestre.
- A carteira de crédito atingiu R$ 262,3 bilhões; as receitas por área incluíram banco de investimento (R$ 692 milhões), sales & trading (R$ 2,0 bilhões), crédito corporativo e negócio bancário (R$ 2,2 bilhões) e gestão de ativos (R$ 860 milhões), com ativos sob gestão de R$ 1,248 trilhão.
- Captação líquida foi de R$ 61,8 bilhões no trimestre; índices de capital ficaram em Basileia de 15,5% e CET1 de 11,3%.
O BTG Pactual apresentou lucro líquido ajustado de quase R$ 4,6 bilhões no quarto trimestre, resultado recorde para o período. O desempenho representa crescimento de 40,3% ante o mesmo intervalo de 2024. O banco divulgou os números nesta segunda-feira, 9, relativos ao 4T-2025.
As receitas totais atingiram cerca de R$ 9,1 bilhões, alta de 35,1% year-over-year. As projeções compiladas pela LSEG apontavam lucro de R$ 4,56 bilhões e receitas de R$ 8,9 bilhões, ficando o resultado acima dessas estimativas.
O retorno sobre patrimônio (ROAE) ficou em 27,6% no 4T-2025, frente a 23% no 4T-2024 e 28,1% no 3T-2025. Analistas veem o trimestre como sólido, com avanços em rentabilidade e estratégias em curso.
Receitas por área mostraram desempenho robusto. Banco de investimento subiu 36% e chegou a R$ 692 milhões; sales & trading avançou 30%, para R$ 2 bilhões. Crédito corporativo e banco registraram alta de 22%, para R$ 2,2 bilhões.
A carteira de crédito do BTG encerrou o período em R$ 262,3 bilhões, frente a R$ 221,6 bilhões um ano antes. A gestora de ativos atingiu receita recorde de R$ 860 milhões, com ativos sob gestão de R$ 1,248 trilhão.
Captação líquida foi de R$ 61,8 bilhões no quarto trimestre. Em wealth management & personal banking, as receitas somaram R$ 1,37 bilhão, com alta de 42,1% e ativos de clientes de alta renda em R$ 1,2 trilhão.
Despesas operacionais ficaram em R$ 3,6 bilhões, aumento de 26% na comparação anual. O índice de eficiência ajustado recuou para 36%, desde 39% no 4T-2024, indicando melhoria na eficiência.
O risco de mercado (Value-at-Risk) médio diário total subiu para 0,38% no 4T-2025, frente a 0,30% no 3T-2025, ainda considerado em níveis confortáveis pela instituição.
O BTG encerrou o trimestre com índice de Basileia de 15,5% e capital principal nível 1 de 11,3%. Executivos devem comentar os resultados em teleconferência a partir das 11h, com ênfase em perspectivas para 2026.
Analistas do Citi ressaltaram que o banco está posicionado para se beneficiar de um ambiente potencialmente mais favorável para mercados de capitais na América Latina a partir de 2026. Executivos destacaram o desempenho como sinal de robustez estratégica e operacional.
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