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Kyle Samani critica Hyperliquid em comentário de mercado explosivo após saída

Samani acusa Hyperliquid de ser risco sistêmico e de arquitetura fechada, em meio a controvérsia entre críticas e aposta no token HYPE

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  • Kyle Samani, ex-cofundador da Multicoin Capital, lançou ataque contundente à Hyperliquid, classificando a exchange como risco sistêmico após deixar a empresa em cinco de fevereiro de dois mil e vinte e seis.
  • Três dias depois, em oito de fevereiro, ele criticou a Hyperliquid, defendendo protocolos de código aberto e alegando que a plataforma não é permissiva.
  • Samani afirmou que a arquitetura de código fechado e o conjunto de validadores com permissão criam riscos de apreensão e citou a escolha de Singapura como jurisdição.
  • A Hyperliquid tem ganhado traction recentemente, chegando a superar a Coinbase em volume de negociações no início de dois mil e vinte e seis, com valor de mercado acima de sete bilhões de dólares e o token HYPE entre as vinte maiores criptomoedas.
  • Há controvérsia interna na Multicoin: uma carteira associada à empresa teria acumulado mais de quarenta milhões de HYPE, gerando contradição com as críticas de Samani; ele afirmou não trabalhar mais na Multicoin e pretende seguir para outras tecnologias, mantendo cadeira na Forward Industries.

Kyle Samani volta às manchetes após deixar a Multicoin Capital e ataca fortemente a Hyperliquid, uma DEX de destaque, em comentário de mercado. O alvo é a arquitetura do projeto e seus riscos sistêmicos, segundo o ex-sócio da firma.

Samani deixou a Multicoin em 5 de fevereiro de 2026, encerrando uma década na empresa. Três dias depois, em 8 de fevereiro, ele criticou a Hyperliquid, pregando protocolos abertos e permissionless como valores centrais do setor.

O debate envolve a Hyperliquid, líder global entre DEXs, que tem se destacado por integração vertical e desempenho. A empresa se sustenta em um modelo com controle de validação e funcionamento fechado.

Samani afirma que o modelo fechado da Hyperliquid cria riscos de apreensão de ativos e de atividades ilícitas. O debate ressalta divergências entre a visão de plataformas abertas e modelos mais restritos.

A empresa tem atraído atenção pelo crescimento de volume de negociação, com o mercado reagindo de forma positiva. Em 2026, a Hyperliquid registrou volumes superiores aos da Coinbase em determinados períodos.

O token HYPE mantém capitalização de mercado acima de 7 bilhões de dólares, figurando entre as 20 maiores criptomoedas. O interesse institucional na narrativa tecnológica persiste, mesmo com críticas de figuras do setor.

Há controvérsia adicional em relação a um endosso que parece contraditório. Um wallet associado à Multicoin teria acumulado mais de 40 milhões de dólares em HYPE, gerando dúvidas sobre a posição da empresa.

A resposta pública de Samani foi direta: ele não trabalha mais na Multicoin desde a saída. Mesmo sem ocupação formal na firma, ele continua ligado à liderança de Forward Industries, ligada a tesouraria Solana.

A disputa entre Samani e a Hyperliquid evidencia as tensões no mercado cripto entre defesa de protocolos abertos e modelos de negócio com maior controle. O setor aguarda avanços regulatórios nos EUA.

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