- A Polícia Federal terminou a contagem do dinheiro jogado pela janela durante a terceira fase da operação Barco de Papel, totalizando R$ 429 mil.
- O montante foi arremessado do 30º andar de um edifício em Balneário Camboriú, assim que a PF chegou ao imóvel.
- Além do dinheiro, foram apreendidos dois veículos de luxo e dois smartphones; mandados de busca foram cumpridos em Balneário Camboriú e Itapema, em Santa Catarina.
- A ação ocorre no âmbito de investigações sobre irregularidades na RioPrevidência relacionadas ao Banco Master, com indícios de obstrução de investigações e ocultação de provas.
- Na terça-feira, o ex-presidente da RioPrevidência, Deivis Marcon Antunes, foi preso em Itatiaia, suspeito de obstrução de investigações e ocultação de provas.
O dinheiro jogado pela janela durante a terceira fase da operação Barco de Papel soma 429 mil reais. A remessa foi arremessada de uma janela de banheiro do 30º andar de um edifício em Balneário Camboriú, Santa Catarina. A ação ocorreu quando as autoridades da Polícia Federal chegaram para cumprir mandado.
A PF encerrou a contagem do montante recuperado e confirmou a soma apurada nesta etapa. Além do dinheiro, foram apreendidos dois veículos de luxo e dois smartphones durante a operação.
Nesta fase, dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados aos investigados, localizados em Balneário Camboriú e Itapema. As ordens partem da 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.
Na terça-feira (3), o ex-presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, foi preso em Itatiaia, no Sul do Rio de Janeiro, pela PF e pela PRF. Ele é investigado por obstrução de investigações e ocultação de provas.
A Operação Barco de Papel apura irregularidades na aquisição de letras financeiras emitidas pelo Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central. Segundo as apurações, entre novembro de 2023 e julho de 2024 a RioPrevidência investiu cerca de 970 milhões de reais no banco.
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