- Ibovespa fecha em alta de 2,18%, acima de 190 mil pontos pela primeira vez, chegando a 189.982,63 pontos (pico intradia de 190.561,18).
- Desempenho supported por blue chips como Vale, Petrobras e Itaú Unibanco, em meio a fluxo externo robusto para ações brasileiras.
- Suzano avança mais de 13% após resultado positivo; TIM sobe cerca de 8%, refletindo números melhores que o esperado.
- Dólar cai 0,20%, fechado em R$ 5,18, menor nível desde 28 de maio de 2024; intraday chegou a R$ 5,16.
- Movimentação externa continua a ditar o ritmo, com fluxo para emergentes e sinais de menor espaço para cortes de juros nos EUA, contribuindo para o recuo do dólar e novas máximas do Ibovespa.
O Ibovespa encerrou em alta de mais de 2% nesta quarta-feira, 11, superando a marca de 190 mil pontos pela primeira vez. O fechamento ficou em 189.982,63 pontos, com pico intradia de 190.561,18 pontos. O desempenho veio puxado por ações de peso no índice, como Vale, Petrobras e Itaú Unibanco, impulsionadas por fluxo externo robusto.
O noticiário corporativo ajudou a manter a sustentação do movimento, com Suzano avançando mais de 13% frente a resultados positivos e melhor demanda prevista para a celulose. TIM também registrou ganho de cerca de 8%, refletindo números melhores que as estimativas do mercado.
Fluxo externo e impactos cambiais
O ingresso de capital externo continua em ritmo firme, contribuindo para a queda do dólar ante o real. O dólar fechou em 5,18 reais, menor nível de fechamento desde maio de 2024, com baixa de 0,20%. Durante o dia houve oscilação, atingindo a máxima de 5,20 reais.
No ano, o dólar acumula queda de 5,50%. O pregão acompanhou a fraqueza da moeda norte-americana em relação a outras moedas emergentes, em liderança de fluxo para ativos brasileiros e para o Ibovespa, que atingiu novos recordes intradiários. Especialistas apontam que a demanda externa sustenta a alta da bolsa.
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