- Serena, ex-Omega Energia, deixou a operação no Brasil para atuar nos Estados Unidos, com foco em geração de energia limpa por meio de parques eólicos.
- A empresa já fechou contrato com o Google e planeja dolarizar a receita.
- A expansão internacional é impulsionada pelo interesse das big techs por energia renovável.
- O mercado americano é visto como atrativo para investimentos estrangeiros no setor de energia.
- Planos futuros incluem ampliar a presença nos EUA com novos parques eólicos e fortalecer parcerias com empresas de tecnologia.
A Serena, antiga Omega Energia, decidiu migrar parte de suas operações para os Estados Unidos, onde há maior apetite por energia limpa. A mudança acompanha contratos já fechados com grandes empresas de tecnologia, como o Google, além de planos para dolarizar a receita.
A empresa brasileira atua principalmente na geração de energia renovável por meio de parques eólicos. A estratégia visa ampliar a presença internacional e reduzir riscos ligados a variações cambiais no mercado doméstico.
O movimento ocorre em meio a um cenário de maior interesse de investidores estrangeiros por renováveis nos EUA, com demanda crescente por fontes limpas entre grandes clientes corporativos.
Expansão internacional e contratos com grandes empresas
A Serena pretende consolidar atuação nos EUA, investindo em novos parques eólicos e fortalecendo parcerias com companhias de tecnologia. O acordo já firmado com o Google é apontado como marco inicial dessa expansão.
A empresa busca estabilidade e crescimento, valorizando receitas em dólar e maior diversification geográfica. A estratégia inclui ampliar o portfólio de ativos renováveis e reduzir dependência do mercado brasileiro.
O mercado americano de energia tem atraído empresas brasileiras do setor por oferecer ambiente regulatório estável e demanda contínua por soluções limpas. A Serena mira esse contexto para ampliar sua escala.
Planos futuros e investimentos
A companhia planeja acelerar investimentos em parques nos Estados Unidos, com foco em geração eólica para atender grandes clientes de tecnologia. A meta é ampliar a participação no mercado internacional.
Paralelamente, a Serena pretende ampliar o relacionamento com empresas de tecnologia e ampliar a carteira de contratos. A direção aposta na transição energética global como motor de crescimento.
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