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Prejuízo líquido da Raízen aumenta seis vezes

Prejuízo líquido da Raízen é seis vezes maior, atingindo R$ 15,65 bilhões no terceiro trimestre, com queda de EBITDA e da receita e dívida líquida em 55,3 bilhões

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  • Prejuízo líquido da Raízen no terceiro trimestre da safra 2025/2026 subiu seis vezes, para cerca de R$ 15,65 bilhões, ante R$ 2,57 bilhões no mesmo período do ano anterior.
  • O EBITDA ajustado recuou 3,3% em relação ao ano anterior, para R$ 3,15 bilhões.
  • A receita líquida ficou em R$ 60,4 bilhões, queda de 9,7% frente ao mesmo intervalo de 2024.
  • A empresa atribui o desempenho a ambiente macroeconômico adverso, com impactos na produtividade agrícola e nos preços do açúcar e do etanol.
  • Dívida líquida atingiu R$ 55,3 bilhões no período, alta de 43,3% frente a 2024; a Raízen informou que contratou assessores para avaliar alternativas estruturais e dialogar com investidores.

A Raízen informou na noite de quinta-feira (12) que seu prejuízo líquido no terceiro trimestre da safra 2025/2026 aumentou seis vezes, chegando a cerca de R$ 15,65 bilhões. O período é de outubro a dezembro do ano fiscal.

A empresa registrou EBITDA ajustado de R$ 3,15 bilhões, queda de 3,3% ante o mesmo intervalo do ano anterior. A receita líquida somou R$ 60,4 bilhões, abaixo em 9,7% frente ao terceiro trimestre de 2024.

Segundo a companhia, o desempenho foi impactado por um cenário macroeconômico desfavorável, com efeitos negativos sobre a produtividade agrícola e, mais recentemente, sobre os preços do açúcar e do etanol. A Raízen também destacou o desafio de mercados voláteis.

A Raízen informou que selecionou assessores financeiros e legais para conduzir uma avaliação de alternativas estruturais com foco em manter a viabilidade e a competitividade a longo prazo e facilitar o diálogo com investidores.

A empresa registrou dívida líquida de R$ 55,3 bilhões no período de abril a dezembro, alta de 43,3% em relação ao mesmo intervalo de 2024.

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