- BRZ Empreendimentos decidiu não seguir adiante com a combinação de negócios com a Fica Empreendimentos, encerrando o que seria um IPO reverso.
- O prazo para a operação expirou sem consenso sobre os termos finais da combinação, segundo comunicado divulgado no sábado (14).
- O acordo previa a unificação das bases acionárias e a criação de uma nova empresa, na qual a BRZ ficaria com oitenta e cinco por cento e a Fica com quinze por cento; a lista na B3 manteria o nome da BRZ e criaria um novo ticker.
- O Memorando de Entendimentos foi rescindido de pleno direito, bem como a proposta vinculante entre BRZ e os acionistas da Fica (Total Log Planejamento e Participações Ltda. e Promult Empreendimentos Imobiliários S.A.).
- Em termos de atuação, a BRZ tem presença em 34 cidades de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com foco no segmento habitacional via o programa Minha Casa Minha Vida; a Fica atua apenas em São Paulo.
A BRZ Empreendimentos comunicou que não prosseguirá com a combinação de negócios com a Fica Empreendimentos. A operação, prevista como um IPO reverso para facilitar a entrada na bolsa brasileira, estava alinhavada desde agosto de 2025, quando foi assinado um Memorando de Entendimentos (MOU).
Segundo o comunicado enviado ao mercado, o prazo para a conclusão da operação expirou sem que as partes chegassem a um consenso sobre os termos finais da potencial união. A BRZ informou a rescisão do MOU e da proposta vinculante com os acionistas da Fica, Total Log Planejamento e Participações Ltda. e a Promult Empreendimentos Imobiliários S.A.
O acordo previa a unificação das bases acionárias, com a criação de uma nova empresa na qual a BRZ detereria 85% e a Fica ficaria com 15%. A empresa resultante seria listada na B3, mantendo o nome da BRZ. Fundada em Belo Horizonte, a BRZ tem sede em Campinas (SP) e atua principalmente no segmento econômico via o programa habitacional MCMV.
A BRZ opera em 34 cidades de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, enquanto a Fica tem atuação concentrada apenas em São Paulo. A operação, quando anunciada, visava facilitar o acesso ao mercado de capitais brasileiro, por meio de um IPO reverso.
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