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Banco Central liquida Banco Pleno e aprofunda desmonte do grupo Master

Banco Central liquida Banco Pleno e Pleno DTVM, interrompe operações e aciona o Fundo Garantidor de Créditos para ressarcimento de investidores

O Banco Pleno. Foto: Divulgação
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  • O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno e da Pleno DTVM, ligadas ao grupo Banco Master, devido à deterioração da situação econômico-financeira e a irregularidades regulatórias; os bens de controladores e administradores foram indisponibilizados.
  • A medida interrompe as operações das instituições, que passam a ser administradas por um liquidante indicado pelo BC para gerir ativos, passivos e pagamentos aos credores.
  • O processo marca a continuidade do desmonte do conglomerado liderado por Daniel Vorcaro, após crises anteriores que afetaram a confiança e as operações do grupo.
  • Investidores com produtos cobertos, como Certificados de Depósito Bancário e letras de crédito, devem recorrer ao Fundo Garantidor de Créditos para possível ressarcimento, dentro dos limites da entidade.
  • O Banco Pleno era controllado por Augusto Lima e enfrentava dificuldades de captação de recursos, refletindo o cenário de restrições operacionais decorrente da crise do grupo.

O Banco Central informou nesta quarta-feira, 18, a liquidação extrajudicial do Banco Pleno e da Pleno DTVM, entidades ligadas ao grupo Master. A medida interrompe as atividades da instituição e aciona o Fundo Garantidor de Créditos para ressarcir investidores. O BC também determinou a indisponibilidade de bens de controladores e administradores durante as apurações.

A decisão depende do agravamento da situação econômico-financeira, com piora da liquidez e infrações às normas regulatórias. O Banco Pleno passou por mudanças de gestão e era comandado por Augusto Lima, ex-sócio do Master, em meio a dificuldades de captação de recursos.

Impacto para clientes e credores

Com a liquidação, as operações ficam suspensas e as obrigações consideradas vencidas. Um liquidante, indicado pelo BC, passa a administrar ativos e passivos e buscar recursos para pagamento de credores.

Investidores em produtos cobertos, como CDBs, contam com o acionamento do FGC, que pode ressarcir valores conforme os limites da entidade. O início dos pagamentos depende da organização das listas de credores e da validação das informações pelo fundo.

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