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Bancos elevam projeção de crédito para 2026

Febraban eleva projeção de crédito para 2026 a 8,5%, com Selic em queda para 9,75% e crédito imobiliário em 10,5%

Bancos revisam expectativas de crescimento do crédito em 2026 com Selic alta.
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  • Bancos elevaram a projeção de crescimento do crédito para 2026, de 7,5% para 8,5%, segundo a Febraban.
  • A melhora na economia e a expectativa de queda da Selic para 9,75% ao ano em 2026 devem incentivar o crédito.
  • Crédito ao consumidor deve crescer 9,2% em 2026; crédito para empresas, 7,8%; e crédito imobiliário, 10,5% (alta em relação ao estimado anterior).
  • A redução prevista da Selic deve reduzir o custo do crédito e estimular demanda por financiamentos, com melhora na atividade econômica.
  • A previsão está alinhada ao PIB de 2,5% para 2026 e à meta de inflação de 3,5%, com o setor bancário enfatizando preparação para atender a demanda e incentivar consumo e investimento.

A Fedeção Brasileira de Bancos (Febraban) elevou a projeção de crescimento do crédito no Brasil para 2026, de 7,5% para 8,5%. A revisão reflete melhoras na atividade econômica e a expectativa de queda gradual da Selic.

A taxa básica de juros deve chegar a 9,75% ao ano em 2026, segundo o Banco Central. A expectativa de menor custo financeiro sustenta o cenário de maior crédito no próximo ano.

Pelo presidente da Febraban, Isaac Sidney, a combinação de Selic mais baixa e recuperação da economia deve impulsionar o crédito em 2026, com impacto em consumidores e empresas.

Projeções por segmento e condições de crédito

O crédito ao consumidor é estimado em 9,2% em 2026, enquanto o crédito corporativo deve crescer 7,8%. Já o crédito imobiliário foi revisado para 10,5%, frente a 9,5% anteriormente.

A Febraban destaca que a redução prevista da Selic pode reduzir o custo do crédito e estimular demanda por financiamentos. A melhoria da atividade econômica tende a aumentar confiança, consumo e investimentos.

O alinhamento com o cenário macro projeta PIB de 2,5% em 2026, segundo o BC, e inflação em 3,5%, dentro da meta do CNB. O setor bancário afirma disponibilidade de produtos para atender demanda.

A entidade ressalta que o sistema financeiro está preparado para ofertar crédito, com inovação e tecnologia. Orientações ao público sobre financiamentos são incentivadas para evitar endividamento excessivo.

Fonte: Comunhão

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