- Caminhões carregados com soja formaram uma fila de sete quilômetros para entregar o produto aos terminais de grãos no porto de Miritituba, no Pará.
- Os dados de tráfego foram compartilhados com a Reuters pela Abiove nesta sexta-feira.
- Cargill, Bunge e Amaggi operam terminais na região.
- O gargalo indica retenção logística na rota que abastece os terminais de grãos no Porto de Miritituba.
- A Abiove informou a extensão da fila e o impacto na circulação de caminhões na área.
A Abiove informou que caminhões carregados com soja formaram uma fila de sete quilômetros para entregar o produto aos terminais de grãos no porto de Miritituba, no Pará. Os dados de tráfego foram compartilhados com a Reuters nesta sexta-feira.
Os terminais da região são operados pela Cargill, pela Bunge e pela Amaggi, segundo a Abiove. A fila ocorreu no fluxo de saída de cargas para os terminais situados no porto amazônico.
A leitora/denuncia aponta que o gargalo envolve a logística de carregamento e descarregamento, aumentando o tempo de entrega e o pólo de atividade no entorno. Não há, até o momento, confirmação oficial sobre medidas de mitigação.
O porto de Miritituba concentra importantes estruturas de exportação de soja, conectando a produção do estado ao comércio internacional. A Abiove acompanha o movimento para mapear impactos na cadeia.
Entre na conversa da comunidade