- A semana encerra com divulgação da inflação de dezembro pelo índice de gastos de consumo pessoal (PCE) e do PIB do quarto trimestre de 2025 nos Estados Unidos.
- O PCE total é esperado em dois vírgula oito por cento nos 12 meses, e o núcleo do PCE em dois vírgula nove por cento nos 12 meses.
- A inflação está estável, mas acima da meta de dois por cento; o Federal Reserve pode elevar os juros se a inflação não ceder.
- O PIB do quarto trimestre de 2025 é visto recuar para dois vírgula cinco por cento ao ano, ante quatro vírgula quatro por cento no terceiro trimestre.
- No pré-mercado, há leve alta nos contratos futuros e no ETF EWZ, com um cenário geral otimista, mas volatilidade caso a inflação se desvie das expectativas.
A sexta-feira marca o fim de uma semana rica em indicadores econômicos nos EUA. O foco está na inflação medida pelo índice PCE, preferido pelo Fed para orientar a política monetária, e no PIB do 4T25. Os números são aguardados com atenção pelos mercados.
O PCE de dezembro deve indicar inflação geral em torno de 2,8% no acumulado de 12 meses, mantendo a leitura anterior. O núcleo do PCE, que exclui alimentos e energia, projeta alta de 2,9% no mesmo veículo temporal. As leituras podem influenciar decisões do Fed sobre juros.
A inflação vem se mantendo acima da meta de 2,0% e sustenta especulações sobre nova elevação de juros caso a pressão inflacionária persista. Paralelamente, o PIB do 4T25 é visto com desaceleração, com mediana de 2,5% ao ano, frente 4,4% no 3T25.
O último pregão da semana abriu em leve alta nos futuros de índices dos EUA e no ETF EWZ no pré-mercado. O ambiente permanece de viés otimista entre investidores, desde que a inflação siga sob controle conforme as expectativas.
Indicadores relevantes
- Brasil: Emprego/PNAD Contínua IBGE (jan): esperado 5,2%, ante 5,1%
- EUA: Núcleo do PCE (dez): esperado 0,3%, anterior 0,2%
- EUA: Núcleo do PCE (12m): esperado 2,9%, anterior 2,8%
- EUA: PCE (dez): esperado 0,3%, anterior 0,2%
- EUA: PCE (12m): esperado 2,8%, anterior 2,8%
- EUA: PIB (4º trim): esperado 2,8%, anterior 4,4%
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