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Venda do Carrefour na Argentina é suspensa, surpreende candidato

Carrefour suspende venda da subsidiária argentina, surpreendendo o Grupo Narváez, que não apresentou propostas que atendam às expectativas do conselho

Carrinhos da rede de supermercados Carrefour
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  • O Carrefour suspendeu a venda da sua subsidiária na Argentina, decisão anunciada pelo CEO global, Alexandre Bompard, que disse ter sido feita pela falta de propostas que atendessem às expectativas do conselho.
  • O Grupo de Narváez (GDN), principal interessado, informou não ter recebido resposta formal à sua proposta de US$ 1 bilhão; o GDN controla 60% do consórcio proponente, com 40% do fundo L Catterton.
  • O L Catterton tem entre os investidores a LVMH e Bernard Arnault; a aliança já atuou no país em marcas como Caro Cuore e Rapsodia.
  • O CEO afirmou que a revisão foi concluída e, agora, há dois tipos de países: os principais para desenvolvimento e outros três fora desse núcleo, incluindo a Argentina; as ofertas recebidas não refletiriam o potencial de valor.
  • No quarto trimestre de 2025, o Carrefour registrou vendas globais de 24,3 bilhões de euros (+1,6%); na Argentina, houve crescimento de 24,3% nas vendas e de 33,6% em termos de área; a empresa visa tornar operações argentinas mais eficientes em 2026, com possíveis novas aquisições ou desinvestimentos.

O Carrefour adiantou que vai manter em pausa a venda de sua subsidiária na Argentina. A decisão foi anunciada pelo CEO global da empresa, Alexandre Bompard, que explicou que o processo foi interrompido diante da falta de propostas que atendessem às expectativas do conselho de administração.

O principal postulante a assumir a operação argentina é o Grupo de Narváez (GDN), controlador das redes Changomas. Segundo fontes próximas ao GDN, não houve resposta formal à proposta apresentada, e as informações disponíveis são limitadas.

O GDN, liderado por Francisco de Narváez, havia apresentado uma oferta final de US$ 1 bilhão em novembro. O consórcio detém 60% das ações, com 40% sob o guarda‑chuva do fundo L Catterton, que tem entre seus acionistas a LVMH e Bernard Arnault.

Mudança de plano estratégico

Bompard afirmou que a revisão de ativos já está encerrada e que o Carrefour dividiu os mercados em estratégicos e periféricos. A Argentina ficou entre os mercados considerados fora do núcleo, com a possibilidade de retomada futura do processo de venda.

O executivo destacou que, no curto prazo, não há portas fechadas, mas o foco é melhorar operações e gerar valor. O anúncio ocorre em um contexto de ajustes globais que incluem Polônia, Bélgica e Argentina.

Contexto financeiro e recente atuação no país

No quarto trimestre de 2025, o Carrefour registrou vendas globais de 24,3 bilhões de euros, 1,6% acima do registrado. Na Argentina, as vendas cresceram 24,3% e 33,6% em termos comparáveis e de área, respectivamente, em meio a inflação elevada e desaceleração de volumes.

Para 2026, a empresa planeja tornar as operações argentinas mais eficientes, buscando maior valor agregado por meio de novos negócios ou pela venda de ativos. Em setembro, a rede ampliou sua presença no país com a aquisição da rede mendocina Super A. Fonte: Forbes.

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