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Juíza: compra pulverizada de ações de Vorcaro no BRB dificultou rastreabilidade

Juíza vê compra pulverizada de ações do BRB por Vorcaro e o ecossistema Master para dificultar rastreabilidade; participação salta de 0,007% para 23,5% em 2024–2025

Caso Master: PF investiga se Daniel Vorcaro pagou por ataque de influenciadores ao Banco Central — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
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  • A juíza Vanessa Maria Trevisan, da 13ª Vara Cível de Brasília, aponta que Daniel Vorcaro e o “ecossistema Master” usaram compra pulverizada de ações para o BRB.
  • A operação envolveu aquisição de ações por várias CPFs, CNPJs e fundos, com o objetivo de dificultar rastreabilidade.
  • A divulgação inicial sobre a participação de Vorcaro, Maurício Quadrado e João Carlos Mansur ocorreu em 3 de fevereiro, via Jornal Nacional e blog.
  • Segundo a decisão, a participação no BRB cresceu de 0,007% em 2024 para 23,5% ao fim de 2025, após o escândalo envolvendo o “ecossistema Master”.
  • A juíza ressalta que as estruturas pulverizadas e interposta pessoa facilitaram a integração de investigadores no capital social, dificultando a fiscalização dos reguladores.

O que aconteceu: a juíza da 13ª Vara Cível de Brasília, Vanessa Trevisan, determinou que a compra pulverizada de ações do BRB — realizada por Daniel Vorcaro e integrantes do chamado ecossistema Master — visava dificultar a rastreabilidade da operação.

Quem está envolvido: além de Vorcaro, aparecem o ex-sócio do Master Maurício Quadrado e o fundador da Reag Investimentos, João Carlos Mansur. Eles teriam adquirido ações como pessoas físicas, integrando o capital social por meio de estruturas pulverizadas e fundos de investimento.

Quando e onde: a decisão foi divulgada com foco nos fatos que ocorreram ao longo de 2024 e até o fim de 2025, no Distrito Federal, envolvendo o Banco de Brasília (BRB). A revelação inicial ocorreu em reportagens do Jornal Nacional e de um blog em 3 de fevereiro.

Por quê: a magistrada destaca que a compra empregou interposição de pessoas e várias entidades para tornar a rastreabilidade mais complexa, dificultando a identificação dos agentes reguladores. A participação no BRB passou de 0,007% em 2024 para 23,5% até o fim de 2025, segundo a decisão.

Detalhes da decisão

  • A juíza ressalta que o objetivo da forma de aquisição era dificultar o rastreamento pelos órgãos de fiscalização.
  • A participação ampliada ocorreu após o que a Justiça chama de escândalo do Master, com impacto no controle acionário do BRB.
  • A decisão manteve o bloqueio de venda das ações até apuração completa das evidências apresentadas no processo.

Fatos relacionados

  • A apuração envolve o que o judiciário descreve como “ecossistema Master”, com vínculos a pessoas físicas, fundos e estruturas societárias utilizadas na operação.
  • O caso é acompanhado pela PF, que investiga, entre outros pontos, possíveis pagamentos a influenciadores ligados ao Banco Central.
  • Fontes da imprensa mencionam que a apuração envolve o cruzamento de registros de posse de ações e a identificação de interpostas pessoas.

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