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Servidores do BC são afastados em nova fase da PF sobre Banco Master

Dois servidores do Banco Central são afastados na nova fase da operação da Polícia Federal sobre o Banco Master, investigando fraudes, corrupção e lavagem de dinheiro

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  • Dois servidores do Banco Central foram afastados dos cargos nesta quarta-feira, dia quatro, durante a nova fase da operação da Polícia Federal relacionada ao Banco Master.
  • Os nomes são Paulo Sergio Neves de Souza e Bellini Santana; eles já eram alvo de apuração interna no BC antes da deflagração da operação.
  • A ação integra a terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraude, ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos ligadas ao esquema.
  • O caso envolve a suspeita de venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master, segundo a Polícia Federal.
  • A força-tarefa pediu prisões, buscas e bloqueio de ativos que podem chegar a R$ 22 bilhões para interromper a movimentação de ativos relacionados às suspeitas.

Dois servidores do Banco Central foram afastados de seus cargos nesta quarta-feira, durante a nova fase da operação da Polícia Federal que mira o Banco Master. A ação ocorre na terceira etapa da Operação Compliance Zero, que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras ligado à instituição financeira.

Segundo as investigações, Paulo Sergio Neves de Souza e Bellini Santana já estavam sob apuração interna do próprio Banco Central antes da deflagração da operação. A PF faz buscas, prisões e o bloqueio de bens que podem chegar a 22 bilhões de reais para interromper a movimentação de ativos suspeitos.

A investigação aponta a possível venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. A primeira etapa da ação foi autorizada após o ministro Mendonça assumir a relatoria do caso no mês passado, a pedido da Polícia Federal.

Desdobramentos

A Polícia Federal detalha que a nova fase envolve operações de apreensão e diligências em unidades ligadas ao esquema. Ainda não há divulgação de novas informações sobre prisões além dos afastamentos já confirmados.

O objetivo é interromper o fluxo de recursos e esclarecer a participação de pessoas físicas e jurídicas no suposto crime. O Ministério Público e o Banco Central também acompanham o andamento, mantendo o princípio da impessoalidade e da neutralidade.

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