- O economista Eduardo Giannetti classificou de surpreendente o crescimento de 2,3% do Brasil em 2025, com juros em torno de 15%.
- Ele ressaltou que o crescimento veio acompanhado de ajuste da inflação e do desemprego, que está no menor nível da série histórica.
- Giannetti citou o exemplo de Inglaterra, afirmando que, mesmo com juros elevados, o Brasil consegue crescer, ao contrário do que ocorreu em depressões quando a política monetária é mais austera.
- O especialista apontou que, apesar das perdas de percepção entre a população, há um saldo positivo: crescimento contínuo, melhora no IDH e saída do Brasil do Mapa da Fome.
- Segundo Giannetti, a economia não está no centro do debate eleitoral e a segurança pública deve ter protagonismo em 2026, influenciando o cotidiano dos mais simples.
O Brasil deve crescer 2,3% em 2025, ainda com juros em torno de 15%. A avaliação é do economista Eduardo Giannetti, em entrevista ao UOL News, do Canal UOL. O comentário reforça surpresa com o desempenho, mesmo diante da política monetária rígida.
Giannetti aponta que a inflação recuou para a meta e o desemprego atingiu o menor nível da série histórica. Segundo ele, o uso de juro elevado funciona como bomba atômica para conter a inflação, porém o Brasil apresenta crescimento positivo nesses moldes.
Para o economista, o saldo geral é positivo, mesmo com a percepção limitada entre a população. Ele cita crescimento de 2,3% num ambiente de juros elevados, queda do desemprego e melhorias em indicadores sociais como feitos relevantes.
Contexto econômico
O economista compara a nossa relação entre juros altos e desempenho com casos históricos, destacando que o Brasil conseguiu crescer acima de 2% em um cenário monetário restrito. Ele observa avanços na fome e no IDH, ainda que parte da população não perceba.
Giannetti ressalta que o ambiente econômico não domina o debate eleitoral atual. Acredita que a segurança pública ganhará protagonismo em 2026, devido ao receio da população em relação à vida cotidiana.
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