- A colheita da soja 2025/26 atingiu 51% da área até a última quinta-feira, frente a 39% na semana anterior.
- O ritmo ainda é o mais lento desde a safra 2020/21, aponta a AgRural.
- Com o fim da colheita no Mato Grosso, o foco passou a ser as áreas de calendário mais tardio, afetadas por chuvas irregulares.
- No Rio Grande do Sul, preocupa-se com possível queda de produtividade devido à estiagem; no Matopiba, chuvas recordes dificultam a colheita e podem comprometer a qualidade dos grãos.
- O plantio da segunda safra de milho na região centro-sul chegou a 82% da área, ritmo mais lento desde 2022.
A colheita da soja da safra 2025/26 no Brasil atingiu 51% da área plantada até a última quinta-feira, avanço em relação aos 39% da semana anterior, mas ainda abaixo dos 61% verificados no mesmo período do ano passado, aponta levantamento da AgRural divulgado nesta segunda. O ritmo permanece o mais lento desde a safra 2020/21, segundo a consultoria.
Com o fim da colheita no Mato Grosso, as atenções se voltam para as áreas de calendário mais tardio, que têm enfrentado variações climáticas. Em nota, a AgRural cita chuvas irregulares como fator que influencia o andamento das operações nessas regiões.
Situação por região
No Rio Grande do Sul, há o temor de novos cortes de produtividade por estiagem. Já no Matopiba, grandes volumes de chuva dificultam a colheita e podem comprometer a qualidade dos grãos em algumas lavouras, segundo a empresa.
Plantio da segunda safra de milho
Paralelamente, o plantio da segunda safra de milho na região centro-sul atingiu 82% da área, ainda atrasado, com o ritmo mais lento desde 2022, segundo o levantamento da AgRural.
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