- O BTG Pactual negocia a compra do Banco Digimais, de Edir Macedo, em meio a crise financeira e monitoramento do Banco Central.
- Há uma disputa judicial envolvendo Edir Macedo e a instituição, que envolve quase R$ 500 milhões.
- O Digimais atua com carteira significativa de clientes no segmento religioso e busca reestruturar para evitar intervenção.
- A negociação está em estágio inicial; o andamento depende de condições de mercado e aprovações regulatórias.
- O BTG busca ampliar atuação em bancos de nicho, especialmente voltados ao público evangélico, com possível continuidade de operações e empregos.
O Banco BTG Pactual negocia a compra do Banco Digimais, de Edir Macedo, fundador da Igreja Universal. A operação ocorre em meio a crise financeira do Digimais, monitorado pelo Banco Central e envolto em disputa judicial de quase R$ 500 milhões.
Fontes próximas às tratativas afirmam que o BTG busca ampliar atuação em bancos de nicho, especialmente voltados ao público evangélico. A aquisição seria uma saída para reestruturar operações e evitar intervenção regulatória.
O Digimais enfrenta dificuldades financeiras nos últimos anos, agravadas pela crise econômica e pela disputa envolvendo o fundador. O BC acompanha de perto a situação da instituição.
As negociações estão no estágio inicial e não houve confirmação oficial. Há expectativa de que o interesse do BTG seja real, com possíveis desfechos nos próximos meses sujeitos a aprovações regulatórias.
O BTG tem expandido presença no mercado, buscando consolidar atuação em bancos de nicho com potencial de recuperação. A operação seria condicionada a análises regulatórias e a acordos finais entre as partes.
A venda pode representar solução para o Digimais, preservando empregos e a carteira de clientes, além de viabilizar a continuidade das operações no curto prazo. A resolução da disputa com Macedo também é relevante para o negócio.
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