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PIS/Cofins zerados: Lula fala em sacrifício para frear impactos da guerra

Governo anuncia zerar PIS e Cofins para reduzir R$ 0,64 por litro, buscando mitigar impactos da guerra no Irã no bolso do consumidor

O presidente Lula (PT) anuncia medidas contra aumento do diesel
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  • O presidente Lula anunciou a isenção de PIS/Cofins (Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), dizendo que é um sacrifício para tentar evitar prejuízos provocados pela guerra no Irã.
  • O pacote deve reduzir o preço na bomba em até R$ 0,64 por litro, com o objetivo de aliviar o consumidor.
  • Lula afirmou que o aumento do petróleo está fora de controle e que adota medidas para que isso não chegue ao posto de combustível nem ao prato de feijão.
  • A entrevista coletiva ocorreu de última hora no Palácio do Planalto, com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, presente.
  • Haddad valorizou que as medidas são temporárias e não representam controle de preços, mas visam evitar abusividade e impactos ao consumidor.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou hoje um pacote de medidas para zerar os impostos PIS e Cofins sobre combustíveis, buscando reduzir o impacto da alta dos preços causada pela guerra no Irã. O anúncio ocorreu no Palácio do Planalto, em entrevista coletiva de última hora.

Foi informado que a isenção desses impostos deve resultar em uma redução de aproximadamente 0,64 real por litro na bomba. Lula afirmou que a medida faz parte de uma engenharia econômica para evitar que os efeitos da guerra atinjam o bolso do consumidor.

O presidente destacou que o objetivo é impedir que o custo do combustível afete motoristas e caminhoneiros, chegando, assim, ao prato de feijão. A fala ocorreu após a equipe econômica relatar dificuldades provocadas pela instabilidade no mercado global de petróleo.

Medidas anunciadas

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, explicou que as ações são temporárias e não representam controle de preço. Haddad apontou a necessidade de evitar abusos e proteger o consumidor brasileiro de choques externos.

Segundo o ministro, as medidas visam reduzir o repasse direto do preço internacional para o consumidor, sem comprometer a política fiscal. A promessa é manter a continuidade do abastecimento sem distorções no mercado interno.

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