- O mercado de escritórios na Avenida Paulista vem crescendo rapidamente, superando o pico de vacância de 15% registrado recentemente.
- Com a escassez de edifícios modernos, espera-se alta nos preços de locação e maior demanda por regiões vizinhas, como Avenida Rebouças, Rua da Consolação e o Centro.
- A diretora de locações da JLL, Yara Matsuyama, aponta que proprietários devem reajustar valores devido à pouca margem de negociação para inquilinos.
- A avenida Rebouças apresenta crescimento acelerado entre 2022 e 2024, com estoque previsto de 81,1 mil m², indicando potencial para absorver parte da demanda da Paulista.
O mercado de escritórios na Avenida Paulista tem apresentado crescimento acelerado, superando o pico de vacância de 15% registrado recentemente, segundo a consultoria JLL. A demanda por espaço na região vem se fortalecendo.
Com a escassez de edifícios comerciais modernos, há expectativa de alta nos preços de locação. A procura está se deslocando para áreas vizinhas, como Rebouças, Consolação e o Centro.
A diretora de locações da JLL, Yara Matsuyama, aponta que, com pouca margem de negociação, proprietários de imóveis bem localizados devem reajustar valores para cima. O estoque nessas áreas influencia a demanda pela Paulista.
No radar dos mercados
As ações globais operam em leve alta, enquanto investidores monitoram sinais sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. O Goldman Sachs aponta riscos relevantes para o Golfo, com impacto variável nas economias da região.
A BioMap, startup de IA aplicada a ciências da vida apoiada pela Baidu, entrou com pedido confidencial de IPO em Hong Kong, segundo interlocutores familiarizados. A oferta envolve bancos como Morgan Stanley e UBS.
A Venezuela vive um cenário difícil dois meses após a invasão americana: queda de 21% na produção de petróleo, escassez de dólares e inflação em aceleração, fatores que dificultam a recuperação econômica.
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