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Justiça proíbe venda de imóveis do DF para capitalizar BRB após escândalo Master

Justiça do DF suspende lei que autorizava venda e uso de imóveis públicos para capitalizar BRB após escândalo com o Master

Liminar da Justiça acolheu uma ação civil pública contra a cessão de imóveis do governo para tapar rombo dos negócios entre o BRB e o Master. (Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília/GDF)
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  • A Justiça do Distrito Federal suspendeu a lei que autorizava o uso e a venda de imóveis públicos para reforçar o patrimônio do BRB, ligado ao escândalo do Banco Master.
  • A decisão liminar foi proferida pelo juiz Daniel Branco Carnacchioni, da 2ª Vara da Fazenda Pública do DF, por risco ao patrimônio público.
  • O governo do Distrito Federal foi instruído a interromper imediatamente qualquer ação baseada na lei e a se abster de atos de execução.
  • A lei permitia empréstimos de até R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito ou a outras instituições, além de aportes patrimoniais e integralização de capital social.
  • O texto também autorizava uso de bens móveis e imóveis do Distrito Federal para reforçar o BRB; a Gazeta do Povo busca posicionamento do BRB e do GDF.

A Justiça do Distrito Federal suspendeu a lei que autorizava o uso e a venda de imóveis públicos do DF para capitalizar o BRB, visando cobrir prejuízos relacionados a negócios com o Banco Master. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (16) por o juiz Daniel Branco Carnacchioni, da 2ª Vara da Fazenda Pública do DF, que apontou risco ao patrimônio público se a medida fosse implementada.

O magistrado determinou que o Governo do Distrito Federal (GDF) interrompa imediatamente qualquer ação baseada na lei sancionada no dia 10 de março. O despacho ordena que o governo se abstenha de praticar atos de execução ou implementação das medidas previstas na norma.

A lei em questão autorizava o GDF a buscar empréstimos de até 6,6 bilhões de reais junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ou a outras instituições financeiras, além de permitir aportes patrimoniais e integralização de capital social com bens do DF, móveis ou imóveis.

Segundo apuração, o objetivo seria reforçar o patrimônio do BRB para cobrir prejuízos associados a operações com o Master. A Gazeta do Povo procurou o BRB e o GDF para se pronunciar sobre a liminar, mas ainda não houve retorno.

Situação atual e próximos passos

A decisão liminar permanece em vigor até a análise completa do mérito pela justiça local, enquanto o GDF e o BRB aguardam posicionamento oficial sobre a suspensão da lei. Novas informações oficiais devem esclarecer impactos operacionais e eventuais medidas compensatórias.

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