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Maquininhas sem aluguel ganham espaço no varejo com 15 milhões de MEIs ativos

Com 15 milhões de MEIs ativos, maquininhas sem aluguel ganham espaço, ligando custo ao volume e acelerando o fluxo de caixa no varejo

Com 15 milhões de MEIs ativos, maquininhas sem aluguel ganham espaço no varejo brasileiro maquininha de cartão de crédito e débito
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  • Brasil tem mais de 15 milhões de microempreendedores individuais ativos, segundo o Governo federal, pressionando o mercado de pagamentos.
  • Maquininhas de cartão sem aluguel ganham espaço como alternativa ao custo fixo mensal, atrelado ao faturamento variável.
  • O Pix avança como principal meio de pagamento, com mais de R$ 17 trilhões movimentados e 160 milhões de usuários cadastrados.
  • O fluxo de caixa dos MEIs ficou mais dinâmico, e o aluguel fixo da maquininha passa a destoar diante de receitas pulverizadas e sazonalidade.
  • Lojistas veem o modelo sem aluguel como forma de alinhar custo ao volume, reduzindo risco e aumentando a previsibilidade financeira.

Com 15 milhões de microempreendedores individuais ativos, o Brasil vive uma mudança no mercado de pagamentos. A cobrança fixa mensal por maquininhas vem sendo contestada por modelos que não cobram aluguel, especialmente para quem tem faturamento volátil.

O Pix se consolidou como principal meio de pagamento, com mais de 17 trilhões de reais movimentados e mais de 160 milhões de usuários. A liquidez rápida mudou a dinâmica de recebimentos e exigiu maior flexibilidade nas cobranças de equipamentos.

Adaptação do varejo aos novos custos

A substituição de aluguel fixo por modelos baseados no volume de transações ganhou força entre pequenos negócios. O objetivo é alinhar custos ao ritmo das vendas, evitando encargos mensais mesmo em meses de menor movimento.

Matheus Macedo, diretor da ÚnicoPag, afirma que o custo precisa acompanhar a liquidez. Em cenários de alto volume, o aluguel perde aderência financeira e abre espaço para opções com cobrança proporcional ao uso.

Implicações para o setor de adquirência

A discussão deixou de girar apenas em torno de taxas por transação. Hoje, a viabilidade depende de contrato flexível, custo variável e compatibilidade com o fluxo do varejo, que se tornou mais dinâmico com o Pix.

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