- Brasil está entre os países mais felizes do mundo; 80% da população se declara feliz ou muito feliz, aumento de 2 pontos percentuais em relação a 2025.
- Motivo principal de felicidade entre brasileiros: sentir-se amado (34%), seguido de saúde física e mental (31%), e relacionamento com a família e filhos (29%).
- Países com maior índice de felicidade: Indonésia (86%), Países Baixos (84%), México e Colômbia (ambos 83%).
- A infelicidade no Brasil é maior ligada à situação financeira (54%), além de aspectos de saúde mental e bem‑estar (37%) e condições de moradia (27%).
- Geração Z é a mais pessimista, com 6% dizendo estar “nada feliz”; a pesquisa foi realizada entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026, com quase de 23 mil entrevistados em 29 países.
O Brasil aparece entre os países mais felizes do mundo segundo o Ipsos Happiness Report 2026. A pesquisa aponta que 80% da população brasileira se declara feliz ou muito feliz, 2 pontos percentuais acima de 2025, em um levantamento com 23.268 entrevistas em 29 países.
O estudo mostra que o Brasil registra uma melhoria geral na percepção de felicidade, com 25 dos 29 países avaliados apresentando aumento. O relatório foi realizado entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026.
Entre os motivos que mais contribuem para a felicidade no Brasil, o sentimento de estar amado lidera, com 34%. Em seguida vêm saúde física e mental (31%), relação com a família (29%), sensação de controle sobre a própria vida (29%) e atribuição de significado à vida (27%).
Causas da felicidade
No país, a fé religiosa ou vida espiritual aparece como fator citada por 22% dos brasileiros, o maior índice entre os países pesquisados. O Ipsos aponta ainda que a felicidade costuma ser maior entre adultos mais velhos, com pico além dos 70 anos.
A relação entre renda e satisfação é reconhecida: 79% de pessoas de renda alta dizem ser felizes, contra 67% entre as de renda baixa. A partir dos 50 anos, a taxa de felicidade soma 82% entre os que se dizem muito ou bastante felizes, a maior média por faixa etária.
Infelicidade e fatores externos
Quando a infelicidade ocorre, fatores externos pesam, especialmente a situação financeira, citada por 54% dos brasileiros. Saúde mental e bem-estar aparecem em segundo, com 37%. Condições de moradia aparecem em 27%.
Entre as gerações, a Geração Z é a mais propensa a afirmar que não está nada feliz, em 6% dos entrevistados. Especialistas destacam que redes sociais, risco de comparação e incertezas econômicas pesam sobre esse grupo.
Metodologia
A pesquisa envolve 29 países, com coleta de dados entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026. No Brasil, a amostra é de cerca de 1.000 pessoas, com ponderação para refletir o perfil demográfico adulto.
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