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Exportação de café da Cooxupé deve recuar em 2026, aponta superintendente

Exportação da Cooxupé deve somar 4,4 milhões de sacas em 2026, 500 mil a menos que em 2025, com impactos nos embarques do primeiro semestre

Safra menor deve reduzir exportações da Cooxupé em cerca de 500 mil sacas de café em 2026
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  • A exportação da Cooxupé deverá totalizar 4,4 milhões de sacas de 60 kg em 2026, cerca de 500 mil sacas a menos que em 2025, por safra menor em 2025.
  • Os embarques no primeiro semestre devem ser impactados pela menor colheita, segundo o superintendente comercial, Luiz Fernando dos Reis.
  • As exportações para os EUA ainda não voltaram aos níveis normais, devido ao efeito da taxação do café brasileiro pela administração anterior entre agosto e novembro do ano passado.
  • Considerando o mercado externo e interno, os embarques totais da cooperativa devem somar 5,8 milhões de sacas em 2026, ante 6,4 milhões em 2025.
  • Com expectativa de safra maior em 2026, a cooperativa espera ampliar os embarques no segundo semestre e prevê avanço no primeiro semestre de 2027, com estoques maiores gerados pela safra de 2026.

A exportação de café da cooperativa Cooxupé deverá somar 4,4 milhões de sacas de 60 kg em 2026, cerca de 500 mil sacas a menos que em 2025, reflexo de uma safra menor no ano passado. A informação foi repassada pelo superintendente comercial da cooperativa.

Durante uma coletiva na Femagri, Luiz Fernando dos Reis explicou que as entregas para os Estados Unidos, principal consumidor, ainda não retornaram aos níveis prévios, com operações impactadas pelo período de tarifas impostas durante a gestão Trump entre agosto e novembro do ano anterior.

Ao considerar o mercado interno, o total de embarques da Cooxupé deverá alcançar 5,8 milhões de sacas em 2026, ante 6,4 milhões em 2025. Reis ressaltou a expectativa de safra maior em 2026, o que deve impulsionar as remessas no segundo semestre.

Ele completou que, com o maior volume da safra nova, as exportações devem ganhar fôlego no segundo semestre de 2026. A projeção para o começo de 2027 aponta avanço, sustentado pelos estoques gerados pela produção de 2026.

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