- Fernando Haddad deixou o Ministério da Fazenda para assumir a campanha ao governo de São Paulo.
- O desempenho da economia ficou acima das projeções em termos de crescimento e desemprego.
- As contas públicas voltaram a registrar contabilidade criativa, políticas sociais insustentáveis e aumento da dívida.
- Haddad afirmou ter promovido a justiça tributária, mas houve aumento da carga de impostos sobre a economia.
- O ex-ministro enfrentou crises como o Pix e embates com o Congresso, despedindo-se com discursos populistas.
Fernando Haddad deixa o Ministério da Fazenda para assumir a coordenação da sua campanha ao governo de São Paulo. A decisão encerra uma passagem marcada por disputas políticas, em Brasília, com Haddad saindo para dedicar-se ao pleito estadual.
No terreno econômico, o período sob Haddad registrou crescimento e queda do desemprego acima das projeções. Por outro lado, houve alta da dívida pública e críticas sobre uso de políticas fiscais consideradas criativas, além de avanços e impasses em áreas sociais.
A defesa de Haddad informa que ele atuou diante de pressões políticas, buscando equilibrar demandas de diferentes alas do governo. Críticas apontam fragilidade fiscal persistente, com impactos considerados por especialistas na avaliação da sustentabilidade das contas públicas.
Contexto econômico e fiscal
Haddad promovia o que chamou de justiça tributária, mas não impediu aumento de impostos sobre a economia. A gestão foi marcada por embates com o Congresso, além de episódios envolvendo a área de tecnologia financeira. Executivos e analistas variam entre elogios à melhora de indicadores e críticas à trajetória fiscal.
Entre na conversa da comunidade