- Baleia de Bitcoin vendeu 1.000 BTC, equivalentes a cerca de US$ 71,5 milhões (aprox. R$ 350 milhões).
- O investidor havia adquirido 5.000 BTC em novembro de 2013, quando cada unidade valia cerca de US$ 332, total investido em torno de US$ 1,66 milhão.
- Desde novembro de 2024, foram transferidos para exchange aproximadamente 3.500 BTC.
- Com as vendas, o lucro acumulado é de cerca de US$ 330 milhões (em torno de R$ 1,8 bilhão); restam cerca de 1.500 BTC, avaliados em cerca de US$ 104 milhões (aprox. R$ 550 milhões).
- Movimentos de baleias desse porte costumam atrair atenção e podem influenciar o preço do Bitcoin no curto prazo.
Uma antiga baleia de Bitcoin moveu o mercado ao vender parte de seus ativos após mais de uma década de detenção. Segundo dados on-chain da Arkham, o investidor realizou a venda de 1.000 BTC, avaliada em cerca de US$ 71,5 milhões (aproximadamente R$ 350 milhões).
A operação ocorre em meio a um histórico de ganhos expressivos. A baleia adquiriu 5.000 BTC em novembro de 2013, quando o preço unitário era próximo de US$ 332, totalizando um investimento inicial de cerca de US$ 1,66 milhão.
Desde novembro de 2024, o investidor vem vendendo parte de suas moedas. Até o momento, aproximadamente 3.500 BTC foram transferidos para uma exchange, conforme constatado por analista conhecido no X como Wu Blockchain.
Movimentação recente e lucros
Com as vendas realizadas, a baleia já contabiliza cerca de US$ 330 milhões em lucro, equivalente a aproximadamente R$ 1,8 bilhão. O retorno é expressivo considerando o longo período em que os ativos ficaram sem movimentação relevante.
Mesmo após as vendas, o investidor ainda detém cerca de 1.500 BTC, avaliados atuais em aproximadamente US$ 104 milhões (cerca de R$ 550 milhões). A estratégia de longo prazo permanece parcialmente em jogo.
Contexto de mercado e implicações
Movimentos de grandes volumes costumam chamar a atenção do mercado, pois vendagens expressivas podem influenciar o preço do Bitcoin no curto prazo. A narrativa de investidores que compraram cedo e mantiveram as posições, conhecidos como holders, continua a justificar valorização histórica da criptomoeda.
Casos de baleias que retomam atividades têm ganhado notoriedade, sobretudo em cenários de alta do Bitcoin. Em novembro do ano passado, outra baleia que havia adquirido BTC em 2011 fez venda de parte ou da totalidade de seus ativos por valores elevados.
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