- O Banco Central do Brasil exige licença para prestadores de serviços de ativos virtuais, impactando empresas que atuavam sem regulamentação e trazendo prazos mais curtos para regularização.
- O diretor de Novos Negócios do Mercado Bitcoin, Fabricio Tota, apresentou, durante o Merge São Paulo, três caminhos para as PSAVs: abrir uma PSAV do zero, operar no limite sem licença ou crescer com segurança; a terceira opção é justamente o “VASP as a Service”.
- A proposta do Mercado Bitcoin é oferecer infraestrutura regulada e governança para empresas cripto com operação estável, permitindo que atuem como OTC com maior segurança para clientes.
- O foco inicial do modelo é atrair negócios de Over The Counter (OTC), que negociam criptomoedas diretamente entre duas partes fora de exchanges, com o MB cuidando de licenças, conformidade e combate à lavagem de dinheiro.
- Atualmente, o Mercado Bitcoin já fornece infraestrutura para a venda de criptomoedas da Magalu e da Ativa, além de manter parcerias com mais de cem escritórios autônomos e cerca de três mil assessores que acessam seus produtos.
O Banco Central do Brasil passa a exigir licença para todas as prestadoras de serviços de ativos virtuais, alterando o cenário do mercado. Empresas que operavam sem licença precisarão cumprir regras como capital mínimo e prazos de regularização. A discussão ocorreu no evento Merge São Paulo, com participação de representantes do setor.
O diretor de Novos Negócios do Mercado Bitcoin, Fabricio Tota, apresentou três caminhos para as empresas diante da nova regulação. A primeira é criar uma PSAV do zero, a segunda operar no limite sem licença, e a terceira manter o crescimento com foco no cliente. A proposta é o modelo de VASP as a Service.
O MB vê oportunidade de oferecer infraestrutura regulada a criptoempresas com operações sólidas. A ideia é manter a operação com o OTC, mas com suporte para licenças, governança e compliance, assegurando operações e proteção ao investidor final. O modelo busca reduzir inseguranças regulatórias.
VASP as a Service ganha espaço
A iniciativa visa atrair negócios de Over The Counter, que realizam negociações diretas entre partes fora de exchanges. O MB atua nos bastidores, enquanto o agente OTC opera normalmente, com a garantia de um parceiro licenciado. É objetivo manter originação de clientes e operações, sob regulação.
Segundo Tota, o MB cuida de licenças, governança, responsabilidade operacional, KYC, trâmites regulatórios e prevenção à lavagem de dinheiro. A infraestrutura regulada também facilita acesso a APIs para conectividade e melhores condições de trading.
O Mercado Bitcoin já fornece infraestrutura para venda de criptomoedas da Magalu e da Ativa, além de manter parcerias com mais de 100 escritórios autônomos e 3 mil assessores. A iniciativa busca ampliar a oferta de serviços com maior segurança para clientes.
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