Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Pré-mercado estável; Copom e Fomc sem surpresas; petróleo sobe com ataques

Copom reduz Selic para 14,75% e Fomc mantém juros; petróleo sobe diante de ataques no Irã e Catar, aumentando incerteza sobre inflação e política monetária

Edifício em Beirute atingido por ataque de Israel: ampliação do conflito (Foto: Karamallah Daher / Reuters)
0:00
Carregando...
0:00
  • Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano; Fomc manteve a taxa entre 3,50% e 3,75% ao ano, sem sinal de trajetória futura.
  • As duas reuniões reconhecem maior incerteza devido à guerra no Irã e adotam medidas de proteção mantendo política monetária relativamente austera.
  • O Irã passou a bombardear instalações de gás natural no Catar; EUA avaliam envio de milhares de militares ao Oriente Médio, segundo fontes da Reuters.
  • O barril Brent subiu, negociado em cerca de US$ 116, após picos de até US$ 119; mercados europeus registram quedas médias próximas a 2%.
  • Preços futuros dos índices americanos recuam levemente no pré-mercado; não há indicadores relevantes no Brasil para este dia.

A transmissão de sinais do dia envolve decisões de política monetária: o Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto, para 14,75% ao ano, enquanto o Fomc manteve a taxa entre 3,50% e 3,75% ao ano. Os dois encontros, encerrados ontem, exibiram cautela diante da continuidade da guerra no Oriente Médio e da incerteza sobre impactos no preço do petróleo.

Analistas destacam que não há clareza sobre a duração do conflito e seus efeitos inflacionários. O petróleo elevado aparece como principal vetor de pressão, levando bancos centrais a manter palanque monetário mais rígido para conter pressões de preço.

No front paralelo, o Irã intensificou ações, atacando instalações de gás no Catar. Fontes da Reuters sinalizam que os EUA estudam envio de milhares de tropas à região, o que pode acirrar o confronto. A agenda de risco global aumenta a volatilidade dos ativos.

O repique nos preços do petróleo elevou o Brent a US$ 116 por barril, com picos de 119 durante a madrugada. Os mercados europeus recuaram, em média 2%, e os futuros nos EUA mostraram quedas leves no pré-mercado. A leitura de risco, portanto, se manteve o principal motor de preço.

Indicadores e contexto

Nos Estados Unidos, os dados de inflação e atividade passaram sem surpresas positivas. Pedidos iniciais de seguro-desemprego ficaram em 215 mil, ante 213 mil revisados, dentro do esperado. Vendas de casas novas em janeiro ficaram em 722 mil, frente a 745 mil leituras anteriores. O índice de atividade industrial da Fed de Filadélfia ficou em 8,3, abaixo dos 16,3 do mês anterior.

Não houve indicadores relevantes no Brasil nesta rodada. O foco permanece na evolução dos conflitos no exterior e no efeito disso sobre carga inflacionária global e condições financeiras.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais