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Gasolina sobe 5,5% e diesel 19,4% desde início da guerra no Oriente Médio

Gasolina sobe 5,5% e diesel 19,4% desde o início da guerra no Oriente Médio; terceiro aumento semanal e impacto na inflação

Força-tarefa dos combustíveis da ANP chega a SP
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  • Desde 28 de fevereiro, início do conflito entre Irã e Estados Unidos, a gasolina subiu 5,5% e o diesel disparou 19,4% nos postos do país.
  • O preço médio da gasolina comum chegou a R$ 6,65 o litro e o do diesel, a R$ 7,26.
  • Na primeira semana de março, os preços estavam em R$ 6,30 (gasolina) e R$ 6,08 (diesel), indicando altas de 0,35 e 1,18 reais, respectivamente.
  • A escalada dos combustíveis é a terceira semana consecutiva de elevações, acompanhando a tensão no Oriente Médio e a expectativa de impacto na inflação.
  • A ANP anunciou medidas de fiscalização para monitorar o mercado e garantir abastecimento, com operações também em São Paulo, o maior mercado consumidor.

O preço da gasolina subiu 5,5% e o do diesel 19,4% desde o início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. Os aumentos ocorrem de forma quase contínua nas bombas, coincidindo com a escalada entre Irã e Estados Unidos.

Segundo a ANP, o preço médio da gasolina comum chegou a R$ 6,65 por litro e o diesel, a R$ 7,26. Na primeira semana de março, os valores eram, respectivamente, R$ 6,30 e R$ 6,08, um repasse de 0,35 e 1,18 reais por litro.

A divulgação aponta que a trajetória dos preços acompanha a alta do petróleo no mercado internacional, com o barril acima de US$ 1.150 nos últimos dias. O Irã também chegou a fechar temporariamente o Estreito de Ormuz, importante rota de suprimento.

Fiscalização ampliada

A ANP informou medidas para intensificar o monitoramento do mercado de gasolina e diesel, a fim de assegurar abastecimento estável. Distribuidoras foram alvo de ações de fiscalização em São Paulo, dentro da ofensiva para apurar elevações injustificadas.

As ações visam verificar práticas de fixação de preços e evitar distorções no repasse aos postos. A operação ocorre em um momento de maior demanda no maior mercado consumidor do país.

O objetivo é manter transparência nas informações de preço e evitar impactos desproporcionais na inflação, mantendo o consumidor informado sobre a evolução do abastecimento.

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