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Balanços da semana: o que esperar de Americanas, Braskem e Azul

Americanas e Azul aprovam IPOs de unidades para captar recursos; Braskem registra lucro menor no quarto trimestre de 2022, pressionado por custos de energia e matérias-primas

Americanas
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  • Americanas: conselho aprovou Oferta Pública Inicial de Ações (IPO) de unidades de comércio eletrônico e de logística para levantar recursos; operação ainda precisa de aprovação de reguladores e acionistas.
  • Braskem: balanço do quarto trimestre de 2022 aponta receita líquida de R$ 8,2 bilhões, alta de 4% ante o ano anterior; lucro líquido de R$ 1,2 bilhão, queda de 15%, com custos de energia, matérias-primas e logística impactando o resultado.
  • Azul: conselho aprovou Oferta Pública Inicial de Ações (IPO) da unidade de transporte de cargas para captar recursos; ainda depende de aprovação regulatória e de acionistas.

A temporada de balanços ganha destaque para empresas em reestruturação financeira. Diversas companhias aparecem no radar dos investidores nesta semana, com divulgações e movimentos para captação de recursos. A agenda sinaliza decisões que podem afetar o fluxo de caixa e a reestruturação corporativa.

A expectativa envolve divulgação de resultados e anúncios de ofertas públicas de ações (IPOs) de unidades de negócios, que devem passar por aprovações regulatórias e dos acionistas antes de avançar.

Americanas

O conselho de administração aprovou a realização de um IPO das unidades de comércio eletrônico e logística. A operação visa levantar recursos para a companhia. A aprovação final depende de órgãos reguladores e do voto dos acionistas.

Braskem

A Braskem divulgou o balanço do quarto trimestre de 2022. A receita líquida ficou em R$ 8,2 bilhões, alta de 4% ante o mesmo período de 2021. O lucro líquido foi de R$ 1,2 bilhão, queda de 15%.

A empresa aponta custos de energia, matérias-primas e logística como fatores que pressionaram o resultado. A divulgação ocorre em meio a ajustes na rentabilidade de suas operações.

Azul

A Azul anunciou a aprovação de outro IPO, desta vez da unidade de transporte de cargas. O objetivo é captar recursos para a companhia. Como nas demais, a operação depende de aprovação regulatória e dos acionistas.

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