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Maior exchange da Índia afasta acusações de fraude após prisão de fundadores

CoinDCX nega fraude, afirma que impostores usaram a marca para enganar investidores; caso envolve golpe de impersonificação envolvendo fundadores

Imagem da matéria: Maior exchange da Índia rebate alegações de fraude após fundadores serem presos
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  • A CoinDCX, maior exchange da Índia, negou alegações de fraude ligadas a uma investigação policial, afirmando que houve impostores que se passavam pelos fundadores e usavam a marca para enganar investidores.
  • A empresa disse que o FIR contra os cofundadores Sumit Gupta e Neeraj Khandelwal é falso e faz parte de uma conspiração envolvendo impersonação.
  • A Exchange informou que não houve transferência de fundos para contas de terceiros associadas à CoinDCX e que está cooperando com as autoridades.
  • Segundo o relato, um esquema envolveu indivíduos que se passaram pela CoinDCX para prometer retornos de 10–12% usando documentos da empresa; há registros de perdas em torno de US$ 76.000.
  • Especialistas destacam falhas regulatórias e a prática de impersonificação como problema recorrente no espaço cripto indiano, com mais de 1.212 sites falsos usando a marca CoinDCX identificados entre 1º de abril de 2024 e 5 de janeiro de 2026.

A CoinDCX, maior exchange de criptomoedas da Índia, negou neste domingo as acusações de fraude ligadas a uma investigação policial. Segundo a empresa, houve impostores que se passavam pelos fundadores e usavam a marca para enganar investidores.

A firma afirmou que o FIR contra os cofudadores não tem relação com a CoinDCX e que a investigação envolve golpistas que usavam a identidade da empresa. A exchange informou já ter alertado o público sobre golpes.

A notícia inicial, veiculada pelo site Entrackr, aponta que Sumit Gupta e Neeraj Khandelwal teriam sido interrogados como parte de um caso de golpe envolvendo pessoas que fingiam ser representantes da CoinDCX.

Impostores teriam explorado a marca da CoinDCX para atrair investidores, segundo registros no FIR da cidade de Thane. Um consultor de seguros de Mumbra relata perdas de cerca de US$ 76 mil entre agosto de 2025 e março, com vários aportes de terceiros.

Para especialistas, o caso é um exemplo típico de fraude por impersonificação, em que perfis confiáveis são usados para ganhar credibilidade no espaço cripto. Agentes alertam que golpes envolvendo marcas reconhecidas têm se tornar comum.

A CoinDCX sustenta que o reclamante não possui associação com a plataforma e rejeita a ideia de fundos terem passado por seus sistemas. A empresa também informou que, entre 1º de abril de 2024 e 5 de janeiro de 2026, houve mais de 1.212 sites falsos que imitavam o site da exchange.

Contexto regulatório e prevenção

Especialistas destacam a necessidade de normas claras para proteção de investidores na Índia. Lacunas regulatórias podem facilitar golpes envolvendo impersonação e domínios fraudulentos, segundo analistas do setor.

A CoinDCX afirma cooperar com autoridades e continua ampliando ações de conscientização para evitar fraudes. Mantém vigilância sobre golpes e reforça a necessidade de coordenação entre órgãos reguladores e exchanges.

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