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Petróleo cai mais de 13% após Trump adiar ataques ao Irã

Petróleo cai mais de 13% após Trump adiar ataques a infraestruturas iranianas; Brent atinge US$ 96, WTI recua para US$ 85,28

Cenário deve provocar um crescimento positivo de 0,36 ponto percentual na economia brasileira
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  • O petróleo caiu mais de 13% nesta segunda-feira, após o president Donald Trump anunciar o adiamento de ataques ao Irã.
  • Os futuros do Brent caíram cerca de US$ 17, ou 15%, atingindo a mínima da sessão em US$ 96 por barril.
  • O WTI (West Texas Intermediate) recuou US$ 13, ou cerca de 13,5%, para US$ 85,28 na mínima da sessão.
  • Por volta das 8h30, as ações da commodity Brent caíam 7,8%, cotadas a US$ 103,41 na venda.
  • A queda reflete a suspensão temporária de ataques a usinas e à infraestrutura de energia do Irã, conforme comunicado pelo governo dos Estados Unidos.

O petróleo caiu mais de 13% nesta segunda-feira (23) após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar o adiamento de ataques às usinas e à infraestrutura de energia do Irã. A decisão levou o mercado a revisar possibilidades de interrupção do suprimento global e a reduzir a demanda por ativos de risco.

Os contratos futuros do Brent recuíram cerca de US$ 17, ou 15%, para a mínima da sessão em US$ 96 por barril. O WTI, referência nos Estados Unidos, registrou queda de US$ 13, ou aproximadamente 13,5%, com a mínima da sessão em US$ 85,28.

Por volta das 8h30, o Brent operava com desvalorização de 7,8%, cotado a US$ 103,41 na venda. Essa leitura reflete a volatilidade do petróleo diante de tensões regionais e de mudanças na percepção sobre risco de interrupções de fornecimento.

Cenário de Mercado

A notícia do adiamento das ações contra o Irã ajudou a reduzir a percepção de risco geopolítico imediato, pressionando os preços para baixo. Analistas destacam que o movimento pode ser temporário, sujeito a novas informações sobre o rumo das tensões regionais.

Mercado internacional também acompanha dados de demanda, políticas de produção e o ritmo da recuperação econômica global. Entre fatores técnicos, muitos operadores observam níveis de suporte e resistência para consolidar a direção, ainda que o ambiente político siga instável.

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