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Petróleo fica abaixo de US$ 100 após pausa de Trump na guerra

Brent cai para US$ 97 após Trump adiar ataques ao Irã por cinco dias; recuo de 12% na sessão em relação ao pico de US$ 110, ainda 36% acima de um mês atrás

O petróleo subiu para a acima de US$ com a guerra, mas voltou a ficar abaixo de US$ 100 depois de os EUA adiarem ataques ao Irã
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  • O barril Brent opera a US$ 97 nesta segunda-feira, 23 de março de 2026, com queda de 12% em relação à máxima do dia, de US$ 110.
  • A queda ocorreu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar a suspensão de ataques ao Irã por cinco dias.
  • O avanço de ataques dependia da liberação do estreito de Ormuz, responsável por cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.
  • O Brent chegou a US$ 120 no dia 9 de março, representando uma queda de 18% até esta segunda-feira.
  • Mesmo assim, o preço está 36% acima do nível de um mês atrás, e economistas associam esse patamar a maior risco de recessão global.

O petróleo Brent ficou em torno de US$ 97 por barril nesta segunda-feira, 23 de março de 2026. A queda de cerca de 12% ocorreu após Trump anunciar a suspensão de ataques ao Irã por cinco dias. O preço caiu da máxima do dia, de US$ 110, registrado na sessão.

O anúncio ocorreu após o presidente dos Estados Unidos informar que, se o Irã não liberar Ormuz, haveria ataques a usinas de energia iranianas. O estreito de Ormuz concentra cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.

Ao longo da semana, o Brent já havia atingido US$ 120, em 9 de março, o que representa uma variação de aproximadamente 18% até a segunda-feira. No acumulado de um mês, o Brent permanece cerca de 36% mais alto do que há 30 dias.

O Brent é a referência internacional para contratos de petróleo e impacta preços de energia e combustíveis. A elevação recente pressiona a inflação, com economistas destacando que patamar acima de US$ 100 aumenta o risco de desaceleração econômica global.

Especialistas ressaltam que a volatilidade no Brent reflete tensões geopolíticas combinadas a incertezas sobre oferta global. Mesmo após a queda desta segunda, a curva de preços segue pressionada por fatores político-econômicos.

Economistas destacam que, se o Brent se mantiver acima de US$ 100 por mais tempo, a resposta de política econômica pode incluir medidas para conter impactos inflacionários. A percepção de risco geopolítico continua influenciando o mercado.

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