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Arrecadação atinge R$ 222,1 bi em fevereiro e é a maior desde 2011

Arrecadação federal de fevereiro atinge R$ 222,117 bi, maior para o mês desde 2011, acima das expectativas e com impulso de PIS/Pasep, Cofins e consumo

Em janeiro, o total de arrecadação havia alcançado R$ 325,751 bilhões
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  • Arrecadação federal de fevereiro foi de R$ 222,117 bilhões, acima da mediana das projeções do mercado (R$ 219 bilhões).
  • Foi o melhor resultado para fevereiro desde 2011, com alta real de 5,68% na comparação com fevereiro de 2025.
  • Contribuiu para o desempenho o PIS/Pasep e Cofins, com alta de 8,45% e total de R$ 47,676 bilhões, acompanhando aumento de 1,14% nas vendas do comércio e 3,34% nos serviços entre jan/2026 e jan/2025.
  • A Receita Previdenciária atingiu R$ 60,528 bilhões, com alta real de 5,68%, refletindo massa salarial 3,89% maior e 7,98% de crescimento do Simples Nacional voltado à previdência.
  • No acumulado de janeiro a fevereiro de 2026, a arrecadação totalizou R$ 547,869 bilhões, alta real de 4,41% frente ao mesmo período de 2025, com suporte da Receita Previdenciária e dos tributos como PIS/Pasep e Cofins.

A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 222,117 bilhões em fevereiro, informou a Receita Federal nesta terça (24). O valor ficou acima da mediana de mercado, de R$ 219 bilhões, e marca o melhor resultado para o mês desde 2011. Em janeiro, o total foi de R$ 325,751 bilhões.

Na comparação com fevereiro de 2025, houve crescimento real de 5,68%, já ajustado pela inflação. O desempenho reflete alta em consumo, serviços e crédito, com impulso de PIS/Pasep e Cofins, cujo total chegou a R$ 47,676 bilhões.

A Receita Previdenciária atingiu R$ 60,528 bilhões, com alta real de 5,68%. O crescimento decorre de aumento de 3,89% na massa salarial e de 7,98% na arrecadação do Simples Nacional voltada à previdência.

Mudanças no Congresso

O fim de 2025 trouxe medidas que impactam a arrecadação, como elevação de alíquotas sobre fintechs, apostas online e juros sobre capital próprio, além de redução de benefícios fiscais. A CSLL terá cobrança gradual sobre fintechs.

A cobrança passa de 9% para 12% até 2027 e chega a 15% em 2028. Bancos pagam 20%, enquanto instituições financeiras não bancárias costumam ter carga efetiva maior pela rentabilidade.

Acumulado do ano

No primeiro bimestre de 2026, a arrecadação totalizou R$ 547,869 bilhões, com alta real de 4,41% frente ao mesmo período de 2025. A Receita destaca o melhor resultado desde 2011.

A Receita Previdenciária soma R$ 124,432 bilhões nesse período, incremento real de 5,58%. PIS/Pasep e Cofins somam R$ 104,073 bilhões, com alta de 6,19%.

O Imposto de Renda Retido na Fonte sobre rendimentos de capital atingiu R$ 26,385 bilhões, alta real de 26,45%, reflexo de ganhos em renda fixa e juros sobre capital próprio.

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