- Arrecadação com casas de apostas no 1º bimestre de 2026 foi de R$ 2,5 bilhões, alta de 236% frente ao mesmo período de 2025 (R$ 756 milhões).
- Em fevereiro, a arrecadação somou R$ 1,0 bilhão.
- O salto está relacionado à consolidação da regulamentação do mercado de apostas de quota fixa e à entrada em vigor das regras para as empresas operarem no país.
- A regulamentação definiu critérios de funcionamento, tributação e fiscalização, ampliando a base tributável e permitindo à Receita Federal identificar receitas antes fora do alcance.
- A tributação sobre a receita bruta de jogos (GGR) passa de 12% para 13% em 2026, sobe para 14% em 2027 e chega a 15% em 2028, conforme o Projeto de Lei Complementar 128 de 2025.
O governo de Lula, por meio da Receita Federal, arrecadou 2,5 bilhões de reais com casas de apostas no 1º bimestre de 2026. O valor se deve à consolidação da regulamentação do mercado de quota fixa e à operação regular das empresas no país.
A soma de fevereiro foi de 1,0 bilhão de reais. O salto acumulado no período acompanha o aumento da base tributável com a formalização das apostas, segundo o Fisco.
Comparativamente ao mesmo período de 2025, a arrecadação avançou 236%, quando somou 756 milhões de reais. A divulgação ocorreu na terça-feira, 24 de março de 2026, pela Receita Federal.
Segundo o fisco, o crescimento reflete as regras para funcionamento, tributação e fiscalização das operações. A formalização ampliou a base de receitas alcançáveis pela Receita Federal.
O imposto de 12% sobre a GGR, vigente desde 2025, acompanha a regulamentação da atividade. A lei que regulamentou as bets foi sancionada em 2023, com operações plenamente iniciadas em 2025.
Contexto regulatório
Em dezembro, o Congresso aprovou o PLP 128/2025, que aumenta a carga tributária para as empresas de jogos de azar. A taxa subirá de 12% para 13% em 2026, 14% em 2027 e 15% em 2028.
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